Manoel de Oliveira: O Cinema Inventado à Letra

Livro sobre o percurso da obra de Manoel de Oliveira

Manoel de Oliveira: O Cinema Inventado à Letra

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Já tantas vezes se disse, como certamente outras tantas se repetirá, que o cinema de Manoel de Oliveira se confunde com a história do cinema, que Manoel de Oliveira tem a idade do cinema, ou, ainda, que se o cinema é a mais jovem das artes, Manoel de Oliveira é o mais jovem dos cineastas.

Mesmo que seja verdade que a análise do percurso cinematográfico de Oliveira possa valer por uma perspetivação do cinema português, que se constate que ele é o único cineasta em atividade a ter realizado a travessia do cinema mudo ao sonoro e do preto e branco à cor, e se aceite o tropo que confunde liberdade com rejuvenescimento, estas afirmações, porventura justas, não calam a suspeita de que a celebridade de Manoel de Oliveira seja hoje, em Portugal, tão grande quanto desconhecida é a sua obra.

O percurso pela obra de Manoel de Oliveira que se propõe incide sobretudo numa análise formal de algumas das configurações mais características da estética oliveiriana.

Secundarizando a cronologia de realização dos filmes e privilegiando as questões ligadas à imagem, organizamos esta exposição em seis capítulos, todos eles profusamente ilustrados com imagens de quase todos os filmes realizados até à data.

Em 2019, a Fundação de Serralves inaugurou a Casa do Cinema Manoel de Oliveira, como um novo polo de referência no domínio do cinema e das imagens em movimento, reunindo extraordinários núcleos documentais do cineasta.

Manoel Cândido Pinto de Oliveira nasceu a 11 de dezembro de 1908, no Porto. Foi o realizador com a mais longa carreira da história do cinema, num total de 84 anos entre a sua estreia na realização (com Douro, Faina Fluvial, em 1931) e o seu últi­mo filme (Um Século de Energia, em 2015).

Com uma filmografia que inclui mais de cinquenta títulos, foi o único cineasta a passar do cinema mudo ao cinema sonoro, do preto e branco à cor e da película de nitrato ao suporte digital. Tendo continua­do a filmar até aos 106 anos, Manoel de Oliveira teve um amplo reconhecimento crítico, com uma obra que foi sendo pre­miada nos mais importantes festivais de cinema do mundo.

Serralves
CT000296

Ficha informativa

Editor
António Preto
Ano
2008
Páginas
180

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