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O Prémio NOVO BANCO Revelação é uma iniciativa do NOVO BANCO em parceria com a Fundação de Serralves, que já distinguiu 44 artistas e tem como objetivo incentivar a produção e criação artística de jovens talentos portugueses, até 30 anos, tendo por base uma lógica de divulgação, lançamento e apoio a todos os artistas que recorram ao meio da fotografia. Ao apostar com Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato e promoção da cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade, através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses. |
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No âmbito de uma política de partilha com a sociedade portuguesa do seu património, através do NBCultura o NOVO BANCO promove uma estratégia de mecenato cultural por via de um conjunto de iniciativas, designadamente com o Museu de Serralves através deste Prémio. Lançada em 2005, esta iniciativa já distinguiu e premiou 39 jovens artistas. Ao apostar com o Museu de Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade, através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses. |
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Sobre os projetos dos artistas finalistas Nas suas pesquisas, Diogo da Cruz tem vindo a explorar o diálogo entre arte e ciência – em outubro de 2018 iniciou um grupo independente de pesquisa interdisciplinar sediado em Munique, o SFB42, que junta 10 artistas da Academia de Belas Artes com 10 físicos da Universidade Técnica. Determinadas experiências científicas, nomeadamente aquelas associadas à investigação sobre matéria negra, servem-lhe para uma reavaliação da imagem fotográfica. Para o NOVO BANCO Revelação o artista propôs uma instalação performática intitulada a shot in the dark que, classificando uma máquina inventada por cientistas para "registar o que nunca foi detetado” (elementos constituintes do universo que ainda desconhecemos) como uma câmara fotográfica, validando as suas medições como fotografia, nos interpela sobre o estatuto da fotografia na conceção da verdade, na sua relação com o conhecimento. Luís Ramos, por seu lado, apresentou a concurso uma proposta em que explora várias abordagens à fotografia e a dispositivos de captação de imagens. Através de constantes remissões irónicas e cheias de humor a determinados artistas e movimentos artísticos, Ramos cria trabalhos em que joga inteligentemente com as (in)capacidades dos aparelhos de vídeo para captar e projetar convenientemente determinadas imagens, ou com a atual ubiquidade da fotografia – numa altura em que todos somos, mais do que meros consumidores, produtores de fotografias –, num projeto em que coleciona e valoriza as fotografias que tiramos acidentalmente com os nossos telemóveis e que são por isso usualmente apagadas. A proposta vencedora de Alice dos Reis põe em causa a relação tradicional e extremamente hierarquizada entre o Homem e os animais, pretendendo refletir, através de um filme e de um vídeo, "o processo de captação de imagens como um exercício não exclusivamente humano”. A potencial colaboração entre espécies posta em marcha no seu projeto pretende questionar as noções de natureza e cultura, pelo caminho repensando o estatuto e as funções da fotografia. Escreve a artista: "Parafraseando John Berger, em vez de olhar para animais, proponho questionar de que modo é que a fotografia pode facilitar um espaço de mediação crítica que nos permita ver com animais.” |
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Mecenas do Prémio NOVO BANCO Revelação
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Apoio institucional
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