Este volume, publicado na série inovadora de Edifícios de Museus da Poligrafa, faz uma retrospetiva do Museu de Serralves, um espaço desarmadoramente intimista em pronunciada contradição com a arquitetura museológica muito recente.
O livro retrata a possível obra mais famosa do arquiteto Álvaro Siza, o Museu de Serralves, projetada na sua cidade natal, o Porto.
Baixa e de eixo horizontal, as suas paredes em estuque branco são perfuradas com ocasionais aberturas que cedem vistas inesperadas de um jardim circundante.
Tal como acontece com a maioria dos edifícios de Siza, os móveis e acessórios também foram projetados pelo arquiteto, incluindo luminárias, corrimãos, maçanetas e toda a sinalização.
Os materiais de construção incluem pisos de madeira e paredes pintadas em gesso com rodapé de mármore nas salas de exposições e pisos de mármore nos foyers.
Álvaro Siza é um dos arquitetos mais emblemáticos do século XX, e um dos nomes aos quais Portugal é associado em qualquer parte do mundo, vencedor do Prémio Pritzker, em 1992. Foi em 1991, que Álvaro Siza foi convidado a projetar o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, que inaugurou em 1999.
Concluiu em 2019 o projeto arquitetónico da Casa do Cinema Manoel de Oliveira e em 2021 a recuperação e adaptação da Casa de Serralves. Mantendo, até à atualidade, uma relação colaborativa com a instituição e a sua programação.
Ficha informativa
Também pode gostar