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Visitas em Serralves
"Estas músicas são as minhas caixas de madalenas e acenderam muitos momentos espontâneos de lembranças, como canções de amor ouvidas por acaso e que instantaneamente recriam a essência de um verão distante. Sempre que eu o...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA - SUSAN HILLER: COLEÇÃO DE SERRALVES
2019-04-10

"Estas músicas são as minhas caixas de madalenas e acenderam muitos momentos espontâneos de lembranças, como canções de amor ouvidas por acaso e que instantaneamente recriam a essência de um verão distante. Sempre que eu ouço uma destas canções, abre-se uma abertura no quotidiano ordinário e o passado emerge abruptamente. A História invade”.
Susan Hiller sobre a obra Die Gedanken sind frei [Os pensamentos são livres], de 2012
A artista Susan Hiller, falecida no dia 28 de janeiro deste ano, deixa como legado uma obra de vasta envergadura: das raízes da antropologia à importância do arquivo, do interesse pelos fenómenos paranormais ao domínio do vídeo e do som. Com o objetivo de homenagear a artista, a Fundação de Serralves realiza dois encontros, o primeiro deles concebido como uma conversa a realizar-se nas galerias do Museu na forma de um depoimento muito pessoal do artista João Penalva, que de perto acompanhou a trajetória de Susan Hiller e cuja obra estabelece um intenso diálogo com o seu trabalho.
Lotação: 25 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia)
NOTA: neste dia as galerias do museu estarão abertas até às 20h00 para o público em geral.
- LocalMuseu de Serralves
- Horário18h30 - 19h30
- Dias2019-04-10
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias, com o objetivo de aproximá-la do público em geral.No âmbito deste programa, o encenador Nuno Carinhas realizará uma co...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: TACITA DEAN
2019-04-06
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias, com o objetivo de aproximá-la do público em geral. No âmbito deste programa, o encenador Nuno Carinhas realizará uma conversa a partir do filme Antigone patente na exposição da artista Tacita Dean. A reflexão deslocar-se-á entre a permanência e a repercussão dos clássicos nos nossos dias e o novo trabalho de encenação desenvolvido por Nuno Carinhas e Fernando Mora Ramos para o Teatro Nacional São João: O Resto Já Devem Conhecer do Cinema, que fará parte desta conversa realizada nas galerias do Museu de Serralves, uma vez que a peça – obra da dramaturgia de Martin Crimp – é baseada no relato das Fenícias de Eurípides.
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia) Lotação: 25 pessoas
Pintor, cenógrafo, figurinista e encenador. Foi diretor artístico do TNSJ entre março de 2009 e dezembro de 2018. Como encenador, destaca-se o trabalho realizado com o TNSJ e com estruturas e companhias como Cão Solteiro, ASSéDIO, Ensemble – Sociedade de Atores, Escola de Mulheres e Novo Grupo/Teatro Aberto. Como cenógrafo e figurinista, trabalhou com os encenadores Ricardo Pais, Fernanda Lapa, João Lourenço, Fernanda Alves, Jorge Listopad, João Reis e Nuno M Cardoso, os coreógrafos Paula Massano, Vasco Wellenkamp, Olga Roriz e Paulo Ribeiro, e o realizador Joaquim Leitão, entre outros. Em 2000, realizou a curta-metragem Retrato em Fuga (Menção Especial do Júri do Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente, 2001). Escreveu Uma Casa Contra o Mundo, texto encenado por João Paulo Costa (Ensemble, 2001). Dos espetáculos encenados para o TNSJ, refiram-se os seguintes: O Grande Teatro do Mundo, de Calderón de la Barca (1996); A Ilusão Cómica, de Corneille (1999); O Tio Vânia, de Tchékhov (2005); Todos os Que Falam, quatro dramatículos de Samuel Beckett (2006); Breve Sumário da História de Deus, de Gil Vicente (2009); Antígona, de Sófocles (2010); Exatamente Antunes, de Jacinto Lucas Pires, a partir de Almada Negreiros, coencenado por Cristina Carvalhal (2011); Alma, de Gil Vicente (2012); Casas Pardas, de Maria Velho da Costa, com dramaturgia de Luísa Costa Gomes (2012); Ah, os dias felizes, de Samuel Beckett (2013); O Fim das Possibilidades, de Jean-Pierre Sarrazac, coencenado por Fernando Mora Ramos (2015); Os Últimos Dias da Humanidade, de Karl Kraus, coencenado por Nuno M Cardoso (2016); Fã, um musical dos Clã; Macbeth (2017) e Otelo (2018), de William Shakespeare, e Uma Noite no Futuro, a partir de textos de Samuel Beckett e Gil Vicente (2018). A convite da Casa da Música, encenou Quartett, ópera de Luca Francesconi, adaptação do texto de Heiner Müller (2013), e A Viagem de Inverno, reinterpretação de Hans Zender do ciclo de canções de Schubert (2016). Encenou ainda textos de autores como Federico García Lorca, Brian Friel, Tom Murphy, Frank McGuinness, Wallace Shawn, Jean Cocteau, Luigi Pirandello, António José da Silva, Luísa Costa Gomes, entre outros.
- Horário17h00 - 18h00
- Dias2019-04-06
Refletindo sobre a dimensão cosmológica do filme experimental e a relação dos artistas com o suporte filme, nesta visita a curadora Margarida Mendes desdobrará alguns dos temas da obra de Tacita Dean através de referê...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: TACITA DEAN
2019-03-30
Refletindo sobre a dimensão cosmológica do filme experimental e a relação dos artistas com o suporte filme, nesta visita a curadora Margarida Mendes desdobrará alguns dos temas da obra de Tacita Dean através de referência a artistas que se dedicam à exploração de questões matéricas no campo da imagem em movimento, perguntando: como pode a passagem do tempo ser registada através de um meio visual, inscrevendo-se na matéria?
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia) Lotação: 25 pessoas
Margarida Mendes é curadora, educadora, vive em Lisboa. A sua pesquisa - com enfoque no cruzamento da cibernética, filosofia, ecologia e filme experimental - explora as transformações dinâmicas do ambiente e o seu impacto nas estruturas sociais e no campo da produção cultural. Integrou na equipa curatorial da 11ª Bienal de Gwangju (2016) e da 4ª Bienal de Design de Istambul (2018). Dirigiu também diversas plataformas educacionais, como escuelita, uma escola informal do Centro de Arte Dos de Mayo - CA2M, Madrid (2017); O espaço de projetos The Barber Shop em Lisboa dedicado à pesquisa transdisciplinar (2009-16); e a plataforma de pesquisa curatorial sobre ecologia The World In Which We Occur, activa desde 2014. Margarida Mendes é doutoranda no Centre for Research Architecture, Visual Cultures Department, Goldsmiths University of London com o projeto "Deep Sea Spectrum” e uma frequente colaboradora do canal online de vídeo reportagem Inhabitants.
- Horário17h00 - 18h00
- Dias2019-03-30
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias com o objetivo de aproximá-la do público em geral. A 23 de março a artista Joana Vasconcelos, a professora catedrática ...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: JOANA VASCONCELOS
2019-03-23
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias com o objetivo de aproximá-la do público em geral. A 23 de março a artista Joana Vasconcelos, a professora catedrática Isabel Pires de Lima e a curadora Petra Joos, do Guggenheim Bilbao, realizarão uma conversa com a temática da Participação e do Ativismo feminino no domínio da Arte Contemporânea. A partir da exposição de Joana Vasconcelos em Serralves e no Guggenheim serão discutidos os obstáculos à presença feminina na arte contemporânea e exemplos de exposições que enfrentaram esta temática.
A conversa terá tradução simultânea.
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia) Lotação: 80 pessoas
- LocalBiblioteca de Serralves
- Horário17h00 - 18h00
- Dias2019-03-23
Com Sofia Ponte, investigadora.A ação simbólica nas práticas artísticas contemporâneasA pretexto da exposição de Julie Mehretu: Uma história Universal de Tudo e de Nada, pretende-se estabelecer um espaço de troca de idei...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: "JULIE MEHRETU: Uma História Universal de Tudo e de Nada"
2017-07-08
Com Sofia Ponte, investigadora.
A ação simbólica nas práticas artísticas contemporâneas A pretexto da exposição de Julie Mehretu: Uma história Universal de Tudo e de Nada, pretende-se estabelecer um espaço de troca de ideias e de colocação de questões sobre temas relacionados com práticas artísticas contemporâneas. A partir de um debate sobre os aspetos híbridos da prática artística de Mehretu, que transitam entre as linguagens da Pintura e do Desenho, pretende-se salientar o papel indutor do seu trabalho na ampliação de certos processos criativos. Esta conversa permitirá ainda aprofundar as qualidades reflexivas da prática desta artista, que entende a sua obra como um resultado simbólico de colisões entre a representação do espaço urbano e a condição contemporânea.
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia) Lotação: 25 pessoas
- LocalGalerias do Museu
- Horário17h00 - 18h00
- Dias2017-07-08
Conferências | Colóquios e Seminários
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias em relação às exposições patentes no Museu de Serralves. A artista Joana Vasconcelos, o psicoterapeuta Alain Grouette ...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: JOANA VASCONCELOS
2019-05-20
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias em relação às exposições patentes no Museu de Serralves. A artista Joana Vasconcelos, o psicoterapeuta Alain Grouette e o professor catedrático Bernardo Pinto de Almeida realizarão uma conversa a partir do tema da importância da máscara e a sua simbologia na obra de Joana Vasconcelos.
A conversa terá tradução simultânea.
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia) Lotação: 80 pessoas
- LocalBiblioteca
- Horário18h30 - 20h00
- Dias2019-05-20
Conversas e debates
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias com o objetivo de aproximá-la do público em geral. A 09 de junho Miguel Amado, diretor do Cork Printmakers e Natasha Howe...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: JOANA VASCONCELOS
2019-06-09
O programa "Um Olhar para a Arte Contemporânea” foca temas essenciais à arte realizada nos nossos dias com o objetivo de aproximá-la do público em geral. A 09 de junho Miguel Amado, diretor do Cork Printmakers e Natasha Howes, curadora sénior na Manchester Art Gallery estarão em conversa com a artista Joana Vasconcelos. Tendo por ponto de partida a temática da assemblage na arte moderna e contemporânea e, em espacial na obra da artista Joana Vasconcelos, esta conversa – a última atividade do programa público desta exposição – permeará o processo de trabalho da artista e a possível conexão deste trabalho com outros nomes da história da arte. A conversa terá tradução simultânea.
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia) Lotação: 80 pessoas
Miguel Amado é diretor do Cork Printmakers, em Cork, Irlanda. Foi comissário-chefe no Middlesbrough Institute of Modern Art (Middlesbrough, Inglaterra); comissário na Tate St Ives (St Ives, Inglaterra), Abrons Arts Center (Nova Iorque) e Centro de Artes Visuais (Coimbra), entre outras entidades; e comissário em residência na Rhizome, New Museum e no International Studio & Curatorial Program (ambos em Nova Iorque). Foi, ainda, comissário do Pavilhão Português na Bienal de Veneza de 2013 e comissariou, como convidado, exposições e projetos para instituições e eventos como o Museu Coleção Berardo (Lisboa), a apexart (Nova Iorque), a Frieze Projects na Frieze London (Londres) e o Foro Arte Cáceres (Madrid e Cáceres). Estudou no MRes Curatorial/Knowledge do Goldsmiths, University of London (Londres) e no MA Curating Contemporary Art do Royal College of Art (também em Londres).
Natasha Howes is Senior Curator at Manchester Art Gallery where she leads a team of curators who programme exhibitions and work with the renowned collections. She has curated numerous solo exhibitions including Neha Choksi, Waqas Khan, Risham Syed, Martin Parr and Joana Vasconcelos and group exhibitions including The First Cut: Paper at the Cutting Edge and We Face Forward: West African Art Today. In 2013 she was seconded to Manchester International Festival, working closely with Hans Ulrich Obrist to produce do it which involved 160 artists, a live web stream with The Space and a programme of performance, choreography and artists’ talks. Natasha is involved in purchasing contemporary art for the collection including recent acquisitions by Berni Searle, Susan Hiller, Waqas Khan, Mike Nelson, Boris Nzebo, Pascale Marthine Tayou and Joana Vasconcelos. Natasha is Chair of the Board of Quarantine, an internationally significant company who make original theatre with and about the people who are in it.
- LocalAuditório
- Horário12h00 - 13h00
- Dias2019-06-09
O Neo-Pop de Jeff Koons na exposição A COLEÇÃO SONNABEND: PART II por Mário Moura, investigador e crítico de designAcesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia)Lotação: 25 pessoas...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: "A COLEÇÃO SONNABEND. PART II"
2018-09-15
O Neo-Pop de Jeff Koons na exposição A COLEÇÃO SONNABEND: PART II por Mário Moura, investigador e crítico de design
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu (emitido no dia) Lotação: 25 pessoas
- LocalGalerias do Museu
- Horário17h00 - 18h30
- Dias2018-09-15
Com o título: "A Pintura em Potência” a investigadora Sofia Ponte propõe para o encontro do programa UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA deste sábado a reflexão sobre questões programáticas da Pintura, dando relevo às es...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: "COLEÇÃO DE SERRALVES: 1960-1980"
2018-01-13
Com o título: "A Pintura em Potência” a investigadora Sofia Ponte propõe para o encontro do programa UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA deste sábado a reflexão sobre questões programáticas da Pintura, dando relevo às estratégias do campo da arte conceptual que problematizam a dimensão pictórica mais convencional.
Lotação: 25 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia)
- LocalMuseu de Serralves
- Horário17h00 - 18h30
- Dias2018-01-13
O encontro do programa UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA deste sábado, desenvolvido pela investigadora Sofia Ponte, dará enfoque ao(s) significado(s) das materialidades exploratórias que se desenvolveram no meio artístico, n...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: "COLEÇÃO DE SERRALVES: 1960-1980"
2017-10-21
O encontro do programa UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA deste sábado, desenvolvido pela investigadora Sofia Ponte, dará enfoque ao(s) significado(s) das materialidades exploratórias que se desenvolveram no meio artístico, na década de 1970, a partir das práticas de artistas portugueses e tendo como pano fundo o cenário mais alargado da europa e do continente americano.
Lotação: 25 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia)
- LocalMuseu de Serralves
- Horário17h00 - 18h30
- Dias2017-10-21
Com Sofia Ponte, investigadora.Ao longo desta conversa, pretende-se estabelecer um espaço de troca de ideias e de colocação de questões sobre temas relacionados com a noção "anarquitetura" desenvolvida por Gordon Matta-Clark...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: GORDON MATTA-CLARK E O CONCEITO DE ANARQUITETURA
2017-06-17
Com Sofia Ponte, investigadora.
Ao longo desta conversa, pretende-se estabelecer um espaço de troca de ideias e de colocação de questões sobre temas relacionados com a noção "anarquitetura" desenvolvida por Gordon Matta-Clark na década de 1970. A sua atividade teve o mérito de renovar as possibilidades de interdependência entre prática artística e arquitetónica e de comentar os interstícios do desenvolvimento urbano da época. Matta-Clark pertence a uma geração de artistas conceptuais que reformula, manipula e intervém sobre o ambiente à sua volta com o propósito de desestabilizar o território convencional da arte e da não-arte.
Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia) Lotação: 25 pessoas
Este programa do Serviço Educativo do Museu de Serralves pretende promover uma aproximação do nosso público ao universo da arte contemporânea. Tomamos como ponto de partida as nossas exposições temporárias para introduzir temas e problemáticas centrais à atual criação artística. Sempre aos sábados, cada encontro terá um enfoque específico e as obras presentes nas exposições serão o mote para a conversa nas galerias.
Sofia Ponte (n. 1978, Lisboa) Doutorada na Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto (FBAUP) com a tese Transformar Arte Funcional em Objeto Museal (2016). Leciona teoria de Arte Contemporânea e áreas afins na FBAUP desde 2011. Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) entre 2012-2016. Completou o Mestrado em Cultura Visual na Escola de Arquitetura e Planeamento do MIT em 2008, e licenciou-se em Escultura na FBAUP em 2001. Investigadora integrada do 2iADS - Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade.
- Horário17h00 - 18h00
- Dias2017-06-17
DA MÃO PARA A APROPRIAÇÃO: COMO É QUE É ARTE CONTEMPORÂNEA? Encontro na exposição PHILIPPE PARRENO: A TIME COLOURED SPACE com Sofia Ponte, investigadora.Ao longo desta conversa, pretende-se estabelecer um espa...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: "PHILIPPE PARRENO: A TIME COLOURED SPACE"
2017-04-22
Ao longo desta conversa, pretende-se estabelecer um espaço de troca de ideias e de colocação de questões sobre temas relacionados com a natureza conceptual da arte contemporânea. A apropriação, por exemplo, é uma estratégia conceptual em arte que provoca, e que também exige, uma nova organização do olhar. Na perspectiva de contribuir para a desconstrução dos aparelhos da ordem e da autoridade que perpetuam, preservam e legitimam a ocorrência mais frequentemente de certo tipo de representações artísticas, a apropriação é uma das estratégias mais irónicas praticadas pelos artistas contemporâneos na concretização de obras de arte em condições materiais mínimas. Por vezes, a estratégia da apropriação transforma-se no conteúdo integral da obra de arte inspirando no visitante/espetador uma profunda meditação sobre as convenções que enquadram as práticas artísticas e os seus objetos.
Lotação: 25 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia)
Mecenas Exclusivo do Museu e da Exposição
Sofia Ponte (n. 1978, Lisboa) Doutorada na Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto (FBAUP) com a tese Transformar Arte Funcional em Objeto Museal (2016). Leciona teoria de Arte Contemporânea e áreas afins na FBAUP desde 2011. Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) entre 2012-2016. Completou o Mestrado em Cultura Visual na Escola de Arquitetura e Planeamento do MIT em 2008, e licenciou-se em Escultura na FBAUP em 2001. Investigadora integrada do 2iADS - Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade.
Este novo programa do Serviço Educativo do Museu de Serralves pretende promover uma aproximação do nosso público ao universo da arte contemporânea. Tomamos como ponto de partida as nossas exposições temporárias para introduzir temas e problemáticas centrais à arte contemporânea. Sempre aos sábados, este programa possui o carácter de desvelar a arte contemporânea ao público em geral. Cada encontro terá um enfoque específico e as obras presentes nas exposições serão o mote para a conversa nas galerias.
- LocalMuseu de Serralves
- Horário17h00 - 18h30
- Dias2017-04-22
A PINTURA NA ARTE CONTEMPORÂNEA: Ana Manso, por onde me levam as tuas pinturas? (...)Encontro na exposição com Arlindo Silva, artista e investigador.A partir da exposição Yo-Yo propõe-se uma viagem com a duração de uma hor...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: "PROJETOS CONTEMPORÂNEOS: ANA MANSO"
2017-04-01
A PINTURA NA ARTE CONTEMPORÂNEA: Ana Manso, por onde me levam as tuas pinturas? (...) Encontro na exposição com Arlindo Silva, artista e investigador.
A partir da exposição Yo-Yo propõe-se uma viagem com a duração de uma hora pela história da pintura e outras coisas em forma de imagens. Embarcaremos às 17h00.
Lotação: 25 pessoas Acesso: gratuito, mediante levantamento de bilhete (emitido no dia)
Imagem: Ana Manso, 7, 2016. Óleo sobre tela (detalhe), 124 x 75 cm. Coleção da artista. Foto: Filipe Braga, © Fundação de Serralves, Porto.
- LocalGaleria Contemporânea de Serralves
- Horário17h00 - 18h00
- Dias2017-04-01
INSTALAÇÃO ENQUANTO OBJETO DE ARTE: QUANDO É QUE É ARTE CONTEMPORÂNEA? Encontro na exposição PHILIPPE PARRENO: A TIME COLOURED SPACE com Sofia Ponte, investigadora.Ao longo desta conversa, pretende-se estabelece...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: "PHILIPPE PARRENO: A TIME COLOURED SPACE"
2017-03-18

Ao longo desta conversa, pretende-se estabelecer um espaço de troca de ideias e de colocação de questões sobre temas relacionados com a instalação. Os artistas contemporâneos têm um leque intimidante de escolhas e possibilidades de articulação e recombinação de estratégias e tendências no seu trabalho. Este campo de possibilidades não torna a sua tarefa menos difícil, pelo contrário, a multiplicidade de opções que hoje têm à sua disposição reflete a complexa dinâmica das suas práticas. Certas obras de arte conceptuais e pós-conceptuais designam-se frequentemente por instalação — uma obra de arte contemporânea que não se parece com uma obra de arte no sentido convencional. De facto há objetos que se parecem mais com "arte" do que outros. Isto acontece porque as práticas artísticas não são apenas constituídas por uma dimensão estética ou por propriedades estáveis. Há propostas artísticas que são "arte" porque funcionam simbolicamente como tal, como no caso de certas instalações, e outras que são consideradas "arte" porque esse é o seu funcionamento mais comum.
Lotação: 25 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia)
Mecenas Exclusivo do Museu e da Exposição
Sofia Ponte (n. 1978, Lisboa) Doutorada na Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto (FBAUP) com a tese Transformar Arte Funcional em Objeto Museal (2016). Leciona teoria de Arte Contemporânea e áreas afins na FBAUP desde 2011. Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) entre 2012-2016. Completou o Mestrado em Cultura Visual na Escola de Arquitetura e Planeamento do MIT em 2008, e licenciou-se em Escultura na FBAUP em 2001. Investigadora integrada do 2iADS - Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade.
Este novo programa do Serviço Educativo do Museu de Serralves pretende promover uma aproximação do nosso público ao universo da arte contemporânea. Tomamos como ponto de partida as nossas exposições temporárias para introduzir temas e problemáticas centrais à arte contemporânea. Sempre aos sábados, este programa possui o carácter de desvelar a arte contemporânea ao público em geral. Cada encontro terá um enfoque específico e as obras presentes nas exposições serão o mote para a conversa nas galerias.
- LocalMuseu de Serralves
- Horário17h00 - 18h30
- Dias2017-03-18
OUTRAS DIMENSÕES DO OLHAR: ONDE ESTÁ A ARTE CONTEMPORÂNEA? Encontro na exposição PHILIPPE PARRENO: A TIME COLOURED SPACE com Sofia Ponte, investigadora.Ao longo desta conversa, impulsionada pela apresentação de eventos marc...
UM OLHAR PARA A ARTE CONTEMPORÂNEA: "PHILIPPE PARRENO: A TIME COLOURED SPACE"
2017-02-18

OUTRAS DIMENSÕES DO OLHAR: ONDE ESTÁ A ARTE CONTEMPORÂNEA? Encontro na exposição PHILIPPE PARRENO: A TIME COLOURED SPACE com Sofia Ponte, investigadora.
Ao longo desta conversa, impulsionada pela apresentação de eventos marcantes na história do contexto museal, pretende-se estabelecer um espaço de troca de ideias e de colocação de questões sobre temas relacionados com a exposição de Arte Contemporânea. A partir do final da década de 1960 gera-se um profícuo debate em torno da exposição e dos museus de arte. Dele resultaram várias reinterpretações do conceito de exposição e o desenvolvimento de práticas ligadas, primeiramente à Crítica Institucional e de seguida, e já nos anos 1990, à Estética Relacional. Estas duas tendências enfatizam a legitimidade das estratégias artísticas em explorar o fenómeno da arte enquanto expressão de uma atividade enraizada num sistema não só político e económico mas também social e cultural, numa perspectiva que problematiza a função e as estratégias de representação dos museus de arte. Isto é, na atividade curadorial, para uma gestão do(s) significado(s) das práticas artísticas no presente e para o futuro, as escolhas dos artistas tendem crescentemente a não ser tomadas à partida como adquiridas, e os curadores têm vindo a procurar entender a complexidade das suas dimensões, para além da sua dimensão estética.
Lotação: 25 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia)
Mecenas Exclusivo do Museu e da Exposição
Sofia Ponte (n. 1978, Lisboa) Doutorada na Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto (FBAUP) com a tese Transformar Arte Funcional em Objeto Museal (2016). Leciona teoria de Arte Contemporânea e áreas afins na FBAUP desde 2011. Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) entre 2012-2016. Completou o Mestrado em Cultura Visual na Escola de Arquitetura e Planeamento do MIT em 2008, e licenciou-se em Escultura na FBAUP em 2001. Investigadora integrada do 2iADS - Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade.
Este novo programa do Serviço Educativo do Museu de Serralves pretende promover uma aproximação do nosso público ao universo da arte contemporânea. Tomamos como ponto de partida as nossas exposições temporárias para introduzir temas e problemáticas centrais à arte contemporânea. Sempre aos sábados, este programa possui o carácter de desvelar a arte contemporânea ao público em geral. Cada encontro terá um enfoque específico e as obras presentes nas exposições serão o mote para a conversa nas galerias.
- LocalMuseu de Serralves
- Horário17h00 - 18h30
- Dias2017-02-18
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