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Na edição de 2018 do programa NOVAS PERSPETIVAS, diversos diretores de museu, curadores, pensadores e artistas, portugueses e internacionais, partilharão as suas reflexões sobre a relação entre a programação de espaços dedicados à arte contemporânea e temas ligados às guerras de libertação de ex-colónias, aos processos de colonização e descolonização, à relação das artes visuais com a história comum entre países colonizadores e ex-colónias. |
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Música | Dança | Performance
Concerto-performance: Tornar-se Digital (através do registo).Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noi...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 10 - TORNAR-SE DIGITAL (ATRAVÉS DO REGISTO)
2014-12-21
![]() Concerto-performance: Tornar-se Digital (através do registo). Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos cinco performances finais do conjunto de dez, onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Produção e realização: Mattin e Miguel Prado Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 17 a 21 dezembro 2014 no Auditório de Serralves. Inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
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Concerto-performance: Evacuação Geotraumática.Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 9 - EVACUAÇÃO GEOTRAUMÁTICA
2014-12-20
![]() Concerto-performance: Evacuação Geotraumática. Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos cinco performances finais do conjunto de dez, onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Produção e realização: Mattin e Miguel Prado Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 17 a 21 dezembro 2014 no Auditório de Serralves. Inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
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EVACUAÇÃO DA VOZ: 8 - AUTO-ABOLIÇÃO2014-12-19
Concerto-performance: Auto-Abolição.Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011 desenvolve...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 8 - AUTO-ABOLIÇÃO
2014-12-19
![]() Concerto-performance: Auto-Abolição. Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos cinco performances finais do conjunto de dez, onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Produção e realização: Mattin e Miguel Prado Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 17 a 21 dezembro 2014 no Auditório de Serralves. Inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
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Concerto-performance: Evacuação da Linguagem.Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011 d...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 7 - EVACUAÇÃO DA LINGUAGEM
2014-12-18
![]() Concerto-performance: Evacuação da Linguagem. Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos cinco performances finais do conjunto de dez, onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Produção e realização: Mattin e Miguel Prado Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 17 a 21 dezembro 2014 no Auditório de Serralves. Inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
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EVACUAÇÃO DA VOZ: 5 CONCERTOS-PERFORMANCE DE 2014-12-17 a 2014-12-21
A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo.Os artistas propõem-nos cinco performances finais do conjunto d...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 5 CONCERTOS-PERFORMANCE
DE 2014-12-17 a 2014-12-21
![]() A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos cinco performances finais do conjunto de dez, onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Excertos destes concertos-performance (audio mp3): Produção e realização: Mattin e Miguel Prado Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
![]() Natural do País Basco, Mattin é um músico principalmente associado à improvisação e ao noise. A sua exploração do som geralmente baseia-se na experimentação radical dos limites de oposições como aquelas entre noise e silêncio ou o digital e o físico. Desenvolveu um interesse particular pelo uso de software livre para improvisação e recurso a técnicas semelhantes às usadas pelos artistas fluxus (como serrar a caixa do computador ou atacar fisicamente o computador).
Mattin estudou Artes Visuais e História da Arte em Londres e é também realizador de filmes, normalmente curtas-metragens de reflexão ou intervenção política. Tem igualmente desenvolvido um extenso trabalho teórico sobre improvisação, software livre e anti-copyright. É co-editor do livro «Noise & Capitalism», entre outras publicações. Colabora regularmente com outros músicos ligados à improvisação electroacústica e ao noise, como Radu Malfati, Eddie Prévost, Taku Unami, Junko, Tony Conrad, duma extensa lista. É membro de La Grieta, Deflag Haemorrhage/Haien Kontra e da banda punk Billy Bao. Dirige a editora W.M.O./r e a netlabel Desetxea. Miguel Prado é um músico, compositor sediado em La Coruña. Desde meados dos anos 2000 tem-se apresentado regularmente em contextos de improvisação quer a solo quer em colaborações como com Michel Henritzi, Michael Pisaro e Stephen O’Malley.
Tem-se dedicado igualmente ao trabalho de investigação teórico e de provocação, nomeadamente com o envolvimento no anti-copyright e plagiarismo enquanto dialécticas de movimento. A sua composição «Comedy Apories» foi apresentada em sessões de 10 horas por dia no contexto da exposição «Veraneantes» no museu MARCO em Vigo.
Concerto-performance: Aproximação Neurofilosófica à VozMattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise.&...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 6 - APROXIMAÇÃO NEUROFILOSÓFICA À VOZ
2014-12-17
![]() Concerto-performance: Aproximação Neurofilosófica à Voz Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos cinco performances finais do conjunto de dez, onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Produção e realização: Mattin e Miguel Prado Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 17 a 21 dezembro 2014 no Auditório de Serralves. Inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
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The Stages of Staging (2013), a peça mais recente da coreógrafa suíça Alexandra Bachzetsis explora as aspirações individuais e colectivas de um elenco de performers enquanto actuam dentro e fora do palco – ou frente a uma ...
Alexandra Bachzetsis: "THE STAGES OF STAGING: MUSEUM VERSION"
2014-06-14
![]() The Stages of Staging (2013), a peça mais recente da coreógrafa suíça Alexandra Bachzetsis explora as aspirações individuais e colectivas de um elenco de performers enquanto actuam dentro e fora do palco – ou frente a uma câmara. Os tropos do meta-cinema e a cultura vídeo contemporânea são usados como modelos de como vivemos e trabalhamos, como nos olhamos e nos promovemos, e como revelamos o desejo – o nosso e o dos públicos.
Esta é a versão duracional da peça mais recente a coreógrafa da dança europeia Alexandra Bachzetsis. No interior monocromático de um ginásio, que se revela depois o cenário de um filme, tem lugar um treino atlético surreal. Ao longo dos ensaios para o trailer de um vídeo, a disciplina atlética dá lugar a uma dança hipnótica e frenética; confissões pessoais transformam-se em canções pop que por seu turno se convertem em movimento, a linguagem assume uma fisicalidade explícita. Alexandra Bachzetsis é uma das mais importantes coreógrafas da cena de dança europeia. O seu trabalho, que incorpora performance, dança e artes visuais, foi recentemente apresentado na Fondation Beyeler (Basileia, 2013), na Chisenhale Gallery (Londres, 2012), na Documenta 13 (Kassel, 2012) e na última edição de Dança Contemporânea Suiça, em Basileia. Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu+Parque Imagem: The Stages of Staging: Museum Version, Alexandra Bachzetsis. Fotografia: © Melanie Hofmann Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
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TITLE TK2014-04-30
c/ Cory Arcangel, Howie Chen e Alan Licht[Estreia Europeia]Nos percursos artísticos dos elementos que compõem o trio Title TK – Alan Licht, Cory Arcangel e Howie Chen – encontramos a exploração duma vertente marcadamente c...
TITLE TK
2014-04-30
![]() c/ Cory Arcangel, Howie Chen e Alan Licht
[Estreia Europeia] Nos percursos artísticos dos elementos que compõem o trio Title TK – Alan Licht, Cory Arcangel e Howie Chen – encontramos a exploração duma vertente marcadamente concetual mas também o mesmo instrumento musical: a guitarra. Alan Licht é um guitarrista requisitado para colaborações com importantes nomes da música, como Lee Ranaldo e Kim Gordon (dos Sonic Youth) ou Bonnie ‘Prince’ Billy. Também tem desenvolvido uma sólida carreira como improvisador quer a solo quer ao lado de nomes cimeiros da música experimental, como Jandek, Loren Connors eJim O’Rourke. Paralelamente, Licht tem desenvolvido uma importante carreira como escritor e jornalista, colaborando com publicações como WIRE, Artforum, Art Review, Sight & Sound, Village Voice e Time Out New York, entre outras. É autor do livro de referência sobre o vasto campo da arte sonora Sound Art: Beyond Music, Between Media. Sediado em Nova Iorque, Howie Chen tem desenvolvido um notável trabalho de exploração de práticas coletivas quer ao nível da criação artística, nomeadamente com os New Humans, quer de curadoria e investigação, como é o caso do projecto Dispatch. Cory Arcangel é um destacado artista norte-americano conhecido pela utilização de meios como os videojogos e a internet com recurso a estratégias de infiltração e ao hackerism. Contudo, a sua formação é de guitarrista clássico e no seu trabalho recente observamos uma crescente aproximação ao som quer experimental quer ligado à cultura pop. Os Title TK surgem, enquanto "banda”, como uma provocação. Descrevem-se a si próprios como um cruzamento entre o poeta David Antin e a banda-paródia Spinal Tap, e nos seus "concertos” muito pouco ortodoxos subvertem os cânones da apresentação da música ao vivo levando para o palco outras formas com que a música habita a cultura dos nossos dias, numa performance que se situa entre a reflexão e o espelho do profundo enraizamento da música nos universos da subjetividade, da sociedade e da economia. O seu primeiro álbum, "Rock$”, surgiu em outubro de 2013. Bilhete normal: 5€ Bilhete estudantes, maiores 65 anos e Amigos de Serralves: 50% desconto Este evento insere-se no ciclo NOVAS PERSPETIVAS, um programa organizado pelo Museu de Serralves que conta com a participação de reconhecidos artistas e pensadores que propõem a perspectivação de diferentes formulações sobre a arte contemporânea, a sua percepção e receção pública. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
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30 ABR (QUA), 16H00: Alan Licht nas Belas Artes da UP (FBAUP)
Alan Licht tem dedicado a sua criação e prática musical a diferentes estilos que vão da experimentação ao pop/rock. Para além da carreira a solo, onde usa a guitarra e loops de gravações como fontes sonoras, encontramos Licht em bandas como os Sonic Youth ou Lee Ranaldo and The Dust e também ao lado de músicos como Jandek, Loren Connors, Jim O’Rourke ou Aki Onda. Nesta palestra o músico e escritor irá falar sobre a sua prática de improvisação musical. Entrada livre.
Concerto-performance: Evacuação do Género.Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde
então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da
improvisação e do noise. Desd...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 5 - Evacuação do Género
2014-03-10
![]() Concerto-performance: Evacuação do Género. Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos dez performances de uma hora (das quais se realizam agora cinco) onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 06 a 10 março 2014 no Auditório de Serralves. Bilhete por sessão: 5€ Bilhete conjunto (5 sessões), com oferta de duas sessões: 15€ Bilhete para Amigos de Serralves e estudantes: 50% desconto Este evento está inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
![]() Natural do País Basco, Mattin é um músico principalmente associado à improvisação e ao noise. A sua exploração do som geralmente baseia-se na experimentação radical dos limites de oposições como aquelas entre noise e silêncio ou o digital e o físico. Desenvolveu um interesse particular pelo uso de software livre para improvisação e recurso a técnicas semelhantes às usadas pelos artistas fluxus (como serrar a caixa do computador ou atacar fisicamente o computador).
Mattin estudou Artes Visuais e História da Arte em Londres e é também realizador de filmes, normalmente curtas-metragens de reflexão ou intervenção política. Tem igualmente desenvolvido um extenso trabalho teórico sobre improvisação, software livre e anti-copyright. É co-editor do livro «Noise & Capitalism», entre outras publicações. Colabora regularmente com outros músicos ligados à improvisação electroacústica e ao noise, como Radu Malfati, Eddie Prévost, Taku Unami, Junko, Tony Conrad, duma extensa lista. É membro de La Grieta, Deflag Haemorrhage/Haien Kontra e da banda punk Billy Bao. Dirige a editora W.M.O./r e a netlabel Desetxea. Miguel Prado é um músico, compositor sediado em La Coruña. Desde meados
dos anos 2000 tem-se apresentado regularmente em contextos de
improvisação quer a solo quer em colaborações como com Michel Henritzi,
Michael Pisaro e Stephen O’Malley.
Tem-se dedicado igualmente ao trabalho de investigação teórico e de provocação, nomeadamente com o envolvimento no anti-copyright e plagiarismo enquanto dialécticas de movimento. A sua composição «Comedy Apories» foi apresentada em sessões de 10 horas por dia no contexto da exposição «Veraneantes» no museu MARCO em Vigo. Actividades Relacionadas
07 MAR (SEX), 15H30: Mattin e Miguel Prado na Aula Magna da FBAUP
Uma apresentação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto pelos artistas Mattin e Miguel Prado sobre o seu percurso artístico e o seu projeto Evacuação da Voz. Entrada livre.
Concerto-performance: Mecanismos da Voz HumanaMattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde
então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da
improvisação e do noise. Desde 201...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 4 - Mecanismos da Voz Humana
2014-03-09
![]() Concerto-performance: Mecanismos da Voz Humana Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos dez performances de uma hora (das quais se realizam agora cinco) onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 06 a 10 março 2014 no Auditório de Serralves. Bilhete por sessão: 5€ Bilhete conjunto (5 sessões), com oferta de duas sessões: 15€ Bilhete para Amigos de Serralves e estudantes: 50% desconto Este evento está inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
![]() Natural do País Basco, Mattin é um músico principalmente associado à improvisação e ao noise. A sua exploração do som geralmente baseia-se na experimentação radical dos limites de oposições como aquelas entre noise e silêncio ou o digital e o físico. Desenvolveu um interesse particular pelo uso de software livre para improvisação e recurso a técnicas semelhantes às usadas pelos artistas fluxus (como serrar a caixa do computador ou atacar fisicamente o computador).
Mattin estudou Artes Visuais e História da Arte em Londres e é também realizador de filmes, normalmente curtas-metragens de reflexão ou intervenção política. Tem igualmente desenvolvido um extenso trabalho teórico sobre improvisação, software livre e anti-copyright. É co-editor do livro «Noise & Capitalism», entre outras publicações. Colabora regularmente com outros músicos ligados à improvisação electroacústica e ao noise, como Radu Malfati, Eddie Prévost, Taku Unami, Junko, Tony Conrad, duma extensa lista. É membro de La Grieta, Deflag Haemorrhage/Haien Kontra e da banda punk Billy Bao. Dirige a editora W.M.O./r e a netlabel Desetxea. Miguel Prado é um músico, compositor sediado em La Coruña. Desde meados
dos anos 2000 tem-se apresentado regularmente em contextos de
improvisação quer a solo quer em colaborações como com Michel Henritzi,
Michael Pisaro e Stephen O’Malley.
Tem-se dedicado igualmente ao trabalho de investigação teórico e de provocação, nomeadamente com o envolvimento no anti-copyright e plagiarismo enquanto dialécticas de movimento. A sua composição «Comedy Apories» foi apresentada em sessões de 10 horas por dia no contexto da exposição «Veraneantes» no museu MARCO em Vigo. Actividades Relacionadas
07 MAR (SEX), 15H30: Mattin e Miguel Prado na Aula Magna da FBAUP
Uma apresentação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto pelos artistas Mattin e Miguel Prado sobre o seu percurso artístico e o seu projeto Evacuação da Voz. Entrada livre.
Concerto-performance: Discurso Não-SignificanteMattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde
então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da
improvisação e do noise. Desde 2...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 3 – Discurso Não-Significante
2014-03-08
![]() Concerto-performance: Discurso Não-Significante Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos dez performances de uma hora (das quais se realizam agora cinco) onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 06 a 10 março 2014 no Auditório de Serralves. Bilhete por sessão: 5€ Bilhete conjunto (5 sessões), com oferta de duas sessões: 15€ Bilhete para Amigos de Serralves e estudantes: 50% desconto Este evento está inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
![]() Natural do País Basco, Mattin é um músico principalmente associado à improvisação e ao noise. A sua exploração do som geralmente baseia-se na experimentação radical dos limites de oposições como aquelas entre noise e silêncio ou o digital e o físico. Desenvolveu um interesse particular pelo uso de software livre para improvisação e recurso a técnicas semelhantes às usadas pelos artistas fluxus (como serrar a caixa do computador ou atacar fisicamente o computador).
Mattin estudou Artes Visuais e História da Arte em Londres e é também realizador de filmes, normalmente curtas-metragens de reflexão ou intervenção política. Tem igualmente desenvolvido um extenso trabalho teórico sobre improvisação, software livre e anti-copyright. É co-editor do livro «Noise & Capitalism», entre outras publicações. Colabora regularmente com outros músicos ligados à improvisação electroacústica e ao noise, como Radu Malfati, Eddie Prévost, Taku Unami, Junko, Tony Conrad, duma extensa lista. É membro de La Grieta, Deflag Haemorrhage/Haien Kontra e da banda punk Billy Bao. Dirige a editora W.M.O./r e a netlabel Desetxea. Miguel Prado é um músico, compositor sediado em La Coruña. Desde meados
dos anos 2000 tem-se apresentado regularmente em contextos de
improvisação quer a solo quer em colaborações como com Michel Henritzi,
Michael Pisaro e Stephen O’Malley.
Tem-se dedicado igualmente ao trabalho de investigação teórico e de provocação, nomeadamente com o envolvimento no anti-copyright e plagiarismo enquanto dialécticas de movimento. A sua composição «Comedy Apories» foi apresentada em sessões de 10 horas por dia no contexto da exposição «Veraneantes» no museu MARCO em Vigo. Actividades Relacionadas
07 MAR (SEX), 15H30: Mattin e Miguel Prado na Aula Magna da FBAUP
Uma apresentação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto pelos artistas Mattin e Miguel Prado sobre o seu percurso artístico e o seu projeto Evacuação da Voz. Entrada livre.
Concerto-performance: Evacuação da Auto-Representação.Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde
então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da
improvisação e do noise. De...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 2 – Evacuação da Auto-Representação
2014-03-07
![]() Concerto-performance: Evacuação da Auto-Representação. Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos dez performances de uma hora (das quais se realizam agora cinco) onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 06 a 10 março 2014 no Auditório de Serralves. Bilhete por sessão: 5€ Bilhete conjunto (5 sessões), com oferta de duas sessões: 15€ Bilhete para Amigos de Serralves e estudantes: 50% desconto Este evento está inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
![]() Natural do País Basco, Mattin é um músico principalmente associado à improvisação e ao noise. A sua exploração do som geralmente baseia-se na experimentação radical dos limites de oposições como aquelas entre noise e silêncio ou o digital e o físico. Desenvolveu um interesse particular pelo uso de software livre para improvisação e recurso a técnicas semelhantes às usadas pelos artistas fluxus (como serrar a caixa do computador ou atacar fisicamente o computador).
Mattin estudou Artes Visuais e História da Arte em Londres e é também realizador de filmes, normalmente curtas-metragens de reflexão ou intervenção política. Tem igualmente desenvolvido um extenso trabalho teórico sobre improvisação, software livre e anti-copyright. É co-editor do livro «Noise & Capitalism», entre outras publicações. Colabora regularmente com outros músicos ligados à improvisação electroacústica e ao noise, como Radu Malfati, Eddie Prévost, Taku Unami, Junko, Tony Conrad, duma extensa lista. É membro de La Grieta, Deflag Haemorrhage/Haien Kontra e da banda punk Billy Bao. Dirige a editora W.M.O./r e a netlabel Desetxea. Miguel Prado é um músico, compositor sediado em La Coruña. Desde meados
dos anos 2000 tem-se apresentado regularmente em contextos de
improvisação quer a solo quer em colaborações como com Michel Henritzi,
Michael Pisaro e Stephen O’Malley.
Tem-se dedicado igualmente ao trabalho de investigação teórico e de provocação, nomeadamente com o envolvimento no anti-copyright e plagiarismo enquanto dialécticas de movimento. A sua composição «Comedy Apories» foi apresentada em sessões de 10 horas por dia no contexto da exposição «Veraneantes» no museu MARCO em Vigo. Actividades Relacionadas
07 MAR (SEX), 15H30: Mattin e Miguel Prado na Aula Magna da FBAUP
Uma apresentação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto pelos artistas Mattin e Miguel Prado sobre o seu percurso artístico e o seu projeto Evacuação da Voz. Entrada livre.
EVACUAÇÃO DA VOZ: 5 CONCERTOS-PERFORMANCE DE 2014-03-06 a 2014-03-10
5 CONCERTOS-PERFORMANCE realizados por MATTIN e MIGUEL PRADO 1 - Introdução à Despersonalização Subjectiva da Voz, 06 MAR (QUI), 22h002 - Evacuação da Auto-Representação, 07 MAR (SEX), 22h003 - Discurso Não-Signifi...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 5 CONCERTOS-PERFORMANCE
DE 2014-03-06 a 2014-03-10
![]() 5 CONCERTOS-PERFORMANCE realizados por MATTIN e MIGUEL PRADO
1 - Introdução à Despersonalização Subjectiva da Voz, 06 MAR (QUI), 22h00 2 - Evacuação da Auto-Representação, 07 MAR (SEX), 22h00 3 - Discurso Não-Significante, 08 MAR (SÁB), 18h30 4 - Mecanismos da Voz Humana, 09 MAR (DOM), 18h30 5 - Evacuação do Género, 10 MAR (SEG), 22h00 Mattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da improvisação e do noise. Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos dez performances de uma hora (das quais se realizam agora cinco) onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Excertos destes concertos-performance (audio mp3): Este evento está inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
![]() Natural do País Basco, Mattin é um músico principalmente associado à improvisação e ao noise. A sua exploração do som geralmente baseia-se na experimentação radical dos limites de oposições como aquelas entre noise e silêncio ou o digital e o físico. Desenvolveu um interesse particular pelo uso de software livre para improvisação e recurso a técnicas semelhantes às usadas pelos artistas fluxus (como serrar a caixa do computador ou atacar fisicamente o computador).
Mattin estudou Artes Visuais e História da Arte em Londres e é também realizador de filmes, normalmente curtas-metragens de reflexão ou intervenção política. Tem igualmente desenvolvido um extenso trabalho teórico sobre improvisação, software livre e anti-copyright. É co-editor do livro «Noise & Capitalism», entre outras publicações. Colabora regularmente com outros músicos ligados à improvisação electroacústica e ao noise, como Radu Malfati, Eddie Prévost, Taku Unami, Junko, Tony Conrad, duma extensa lista. É membro de La Grieta, Deflag Haemorrhage/Haien Kontra e da banda punk Billy Bao. Dirige a editora W.M.O./r e a netlabel Desetxea. Miguel Prado é um músico, compositor sediado em La Coruña. Desde meados
dos anos 2000 tem-se apresentado regularmente em contextos de
improvisação quer a solo quer em colaborações como com Michel Henritzi,
Michael Pisaro e Stephen O’Malley.
Tem-se dedicado igualmente ao trabalho de investigação teórico e de provocação, nomeadamente com o envolvimento no anti-copyright e plagiarismo enquanto dialécticas de movimento. A sua composição «Comedy Apories» foi apresentada em sessões de 10 horas por dia no contexto da exposição «Veraneantes» no museu MARCO em Vigo. Actividades Relacionadas
04 MAR (TER), 20H30, NO sismógrafo: Lançamento de “Regler” (LP, 8MM) de Regler
Lançamento de "Regler” (LP, 8MM) de Regler (Mattin e Anders "Drajan" Bryngelsson), com a presença de Mattin.
Sismógrafo: Praça dos Poveiros, 56, 1.º andar, Porto Organização: 8MM Com o apoio: Serralves e Sismógrafo
07 MAR (SEX), 15H30: Mattin e Miguel Prado na Aula Magna da FBAUP
Uma apresentação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto pelos artistas Mattin e Miguel Prado sobre o seu percurso artístico e o seu projeto Evacuação da Voz. Entrada livre.
Concerto-perfomance: Introdução à Despersonalização Subjetiva da VozMattin e Miguel Prado conheceram-se em La Coruña em 2007 tendo desde
então partilhado o mútuo e longo interesse pela voz no contexto da
improvisa...
EVACUAÇÃO DA VOZ: 1 - Introdução à Despersonalização Subjetiva da Voz
2014-03-06
![]() Concerto-perfomance: Introdução à Despersonalização Subjetiva da Voz Desde 2011 desenvolvem o projecto "Evacuation of the Voice” onde se incluem o LP a solo de Mattin "Object of Thought” e o texto de Miguel Prado "Geotraumatical Evacuation of the Voice”. A necessidade da "evacuação da voz” surge como processo inseparável do desmantelamento da "face” enquanto representação do "eu” veiculada pelo capitalismo. Os artistas propõem-nos dez performances de uma hora (das quais se realizam agora cinco) onde irão tentar, performativamente, evacuar a voz dos seus corpos, recorrendo a um processo de "despersonalização subjectiva”. O distanciamento do pensamento com a recusa de "expressões idiomáticas estéticas de carácter genérico” surge como forma de tentar "entender as nossas condições psicológicas, fisiológicas e neurobiológicas a partir duma perspectiva externa”. Estas performances serão gravadas e posteriormente publicadas juntamente com a investigação teórica levada a cabo pelos artistas, possibilitando a sua análise futura. Este evento está integrado em "Evacuação da voz" de Mattin e Miguel Prado: 5 concertos-performance a decorrer de 06 a 10 março 2014 no Auditório de Serralves. Bilhete por sessão: 5€ Bilhete conjunto (5 sessões), com oferta de duas sessões: 15€ Bilhete para Amigos de Serralves e estudantes: 50% desconto Este evento está inserido no programa "Novas Perspetivas", organizado pelo Museu de Serralves, sobre questões da redefinição da arte e a respetiva receção. Projeto "Serralves Ecossistema Criativo" co-financiado por:
![]() Natural do País Basco, Mattin é um músico principalmente associado à improvisação e ao noise. A sua exploração do som geralmente baseia-se na experimentação radical dos limites de oposições como aquelas entre noise e silêncio ou o digital e o físico. Desenvolveu um interesse particular pelo uso de software livre para improvisação e recurso a técnicas semelhantes às usadas pelos artistas fluxus (como serrar a caixa do computador ou atacar fisicamente o computador).
Mattin estudou Artes Visuais e História da Arte em Londres e é também realizador de filmes, normalmente curtas-metragens de reflexão ou intervenção política. Tem igualmente desenvolvido um extenso trabalho teórico sobre improvisação, software livre e anti-copyright. É co-editor do livro «Noise & Capitalism», entre outras publicações. Colabora regularmente com outros músicos ligados à improvisação electroacústica e ao noise, como Radu Malfati, Eddie Prévost, Taku Unami, Junko, Tony Conrad, duma extensa lista. É membro de La Grieta, Deflag Haemorrhage/Haien Kontra e da banda punk Billy Bao. Dirige a editora W.M.O./r e a netlabel Desetxea. Miguel Prado é um músico, compositor sediado em La Coruña.
Desde meados dos anos 2000 tem-se apresentado regularmente em contextos
de improvisação quer a solo quer em colaborações como com Michel
Henritzi, Michael Pisaro e Stephen O’Malley.
Tem-se dedicado igualmente ao trabalho de investigação teórico e de provocação, nomeadamente com o envolvimento no anti-copyright e plagiarismo enquanto dialécticas de movimento. A sua composição «Comedy Apories» foi apresentada em sessões de 10 horas por dia no contexto da exposição «Veraneantes» no museu MARCO em Vigo. Actividades Relacionadas
07 MAR (SEX), 15H30: Mattin e Miguel Prado na Aula Magna da FBAUP
Uma apresentação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto pelos artistas Mattin e Miguel Prado sobre o seu percurso artístico e o seu projeto Evacuação da Voz. Entrada livre.
Cinema
Museum Hours, de Jem Cohen (2013-11-13)2013-11-13
"Silenciosamente incrível" ou "Arrebatador. Um filme de tal inteligência e originalidade que ‘radical’ parece ser a única palavra aplicável" são exemplos das excelentes críticas com que a imprensa recebeu a mai...
Museum Hours, de Jem Cohen (2013-11-13)
2013-11-13
![]() "Silenciosamente incrível" ou "Arrebatador. Um filme de tal inteligência e originalidade que ‘radical’ parece ser a única palavra aplicável" são exemplos das excelentes críticas com que a imprensa recebeu a mais recente longa-metragem de Jem Cohen, neste caso o New York Times e o The Village Voice, respetivamente. "Museum Hours" parte da amizade que nasce entre um guarda de exposições e uma misteriosa visitante estrangeira que toma o Kunsthistorisches Museum em Viena como refúgio. Os seus encontros despoletam uma série de inesperadas explorações das suas próprias vidas e da vida na cidade. Simultaneamente, o filme vai desvelando formas como as obras de arte podem refletir e moldar a experiência do nosso dia-a-dia. O museu aparece, não como instituição arcaica que alberga artefactos históricos, mas como encruzilhada enigmática na qual, através das obras de arte, tem lugar uma discussão que, ao longo do tempo, revela implicações vitais no mundo contemporâneo. O realizador Jem Cohen é conhecido pelos seus filmes e instalações que, com base em e retratos atentos e gravações diarísticas de ambientes maioritariamente urbanos, navegam entre o documentário, a narrativa e o cinema experimental. A colaboração com músicos (Fugazi, Godspeed You Black Emperor!, R.E.M ou Vic Chestnut, entre outros) constitui uma parte importante do seu trabalho. Alguns dos seus filmes integram as coleções do MoMA e Whitney Museum de Nova Iorque. Museum Hours (2012, AU/USA, 107’) Diretor: Jem Cohen Mais informação em Este evento está inserido na programação do ciclo Novas Perspectivas.
Museum Hours, de Jem Cohen (2013-11-07)2013-11-07
"Silenciosamente incrível" ou "Arrebatador. Um filme de tal inteligência e originalidade que ‘radical’ parece ser a única palavra aplicável" são exemplos das excelentes críticas com que a imprensa recebeu a mais recente ...
Museum Hours, de Jem Cohen (2013-11-07)
2013-11-07
![]() "Silenciosamente incrível" ou "Arrebatador. Um filme de tal inteligência e originalidade que ‘radical’ parece ser a única palavra aplicável" são exemplos das excelentes críticas com que a imprensa recebeu a mais recente longa-metragem de Jem Cohen, neste caso o New York Times e o The Village Voice, respetivamente. "Museum Hours" parte da amizade que nasce entre um guarda de exposições e uma misteriosa visitante estrangeira que toma o Kunsthistorisches Museum em Viena como refúgio. Os seus encontros despoletam uma série de inesperadas explorações das suas próprias vidas e da vida na cidade. Simultaneamente, o filme vai desvelando formas como as obras de arte podem refletir e moldar a experiência do nosso dia-a-dia. O museu aparece, não como instituição arcaica que alberga artefactos históricos, mas como encruzilhada enigmática na qual, através das obras de arte, tem lugar uma discussão que, ao longo do tempo, revela implicações vitais no mundo contemporâneo. O realizador Jem Cohen é conhecido pelos seus filmes e instalações que, com base em e retratos atentos e gravações diarísticas de ambientes maioritariamente urbanos, navegam entre o documentário, a narrativa e o cinema experimental. A colaboração com músicos (Fugazi, Godspeed You Black Emperor!, R.E.M ou Vic Chestnut, entre outros) constitui uma parte importante do seu trabalho. Alguns dos seus filmes integram as coleções do MoMA e Whitney Museum de Nova Iorque. Museum Hours (2012, AU/USA, 107’) Diretor: Jem Cohen Mais informação em Este evento está inserido na programação do ciclo Novas Perspectivas.
Conferências | Colóquios e Seminários
Na edição de 2018 do programa NOVAS PERSPETIVAS, diversos diretores de museu, curadores, pensadores e artistas, portugueses e internacionais, partilharão as suas reflexões sobre a relação entre a programação de espaços de...
NOVAS PERSPETIVAS: “DESCOLONIZAÇÃO, ARTE E O MUSEU”
2018-10-18
![]() Na edição de 2018 do programa NOVAS PERSPETIVAS, diversos diretores de museu, curadores, pensadores e artistas, portugueses e internacionais, partilharão as suas reflexões sobre a relação entre a programação de espaços dedicados à arte contemporânea e temas ligados às guerras de libertação de ex-colónias, aos processos de colonização e descolonização, à relação das artes visuais com a história comum entre países colonizadores e ex-colónias. 18 OUT (QUI), 18h30 às 20h00 | Biblioteca Com Kalaf Epalanga, artista e Jochen Volz, curador e moderação de Anabela Mota Ribeiro, jornalista Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) ![]() Kalaf Epalanga nasceu em Benguela, Angola, em 1978. Autor dos livros Também os Brancos Sabem Dançar e o O Angolano Que Comprou Lisboa (Por Metade do Preço). Foi cronista do jornal O Público e do jornal digital, Rede Angola. É membro da banda Buraka Som Sistema. Atualmente vive e trabalha entre Lisboa e Berlim.
![]() Foto: David Pattinson Jochen Volz é Diretor Geral da Pinacoteca de São Paulo. Foi curador da 32a Bienal de São Paulo em 2016, Coordenador de Programação da Serpentine Galleries em Londres (2012 a 2015), Diretor Artístico do Instituto Inhotim (2005 a 2012), co-curador da 53ª Bienal de Veneza (2009), entre outros. Vive em São Paulo.
![]() Foto: Christina Rufatto Anabela Mota Ribeiro nasceu em 1971 em Trás-os-Montes, vive e trabalha em Lisboa. É licenciada em Filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Mestre em Filosofia (variante Estética) com uma tese sobre "A Flor da Melancolia e o Ímpeto Cesariano (ou a Negação e a Afirmação da Vida) nas Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis". Jornalista freelance, colaborou com diversos jornais e revistas, entre eles, e de forma sistemática, DNa (suplemento do Diário de Notícias), Jornal de Negócios e Público. Publicou os livros "O Sonho de um Curioso” (2003), com 14 entrevistas, "Este Ser e não Ser - Cinco Conversas com Maria de Sousa" (Maio de 2016), "Paula Rego por Paula Rego" (Novembro 2016) e "A Flor Amarela - Ímpeto e Melancolia em Machado de Assis" (Fevereiro 2017). Autora e apresentadora de programas de televisão na RTP. O mais recente, "Curso de Cultura Geral", teve exibição nos primeiros meses de 2018 na RTP2 (segunda temporada); a primeira temporada foi exibida em igual período de 2017. É comissária do festival Somos Douro, a convite da CCDR-N, no âmbito do selo atribuído pela UNESCO há 16 anos ao Alto Douro Vinhateiro. O programa foi desenvolvido, essencialmente, entre 1 e 17 de Junho de 2018. Desde Janeiro de 2017, conduz no Centro Cultural de Belém o ciclo "(Quase) Toda uma Vida", composto de entrevistas a figuras seniores da sociedade portuguesa, de diferentes áreas. Organiza e modera um debate mensal sobre livros na Bertrand do Chiado, o Ler no Chiado. Com José Eduardo Agualusa, assina a programação paralela da Feira do Livro do Porto (Setembro de 2017 e 2018). Foi curadora da Folia, a programação festiva do Folio, o festival literário internacional de Óbidos, em 2015 (com Nuno Artur Silva) e em 2016. Trabalhou em rádio e foi correspondente da Antena 1 em Londres entre 2007 e 2008. Na Primavera de 2017 teve na rádio pública um programa de entrevistas sobre felicidade, "Todos os Sonhos do Mundo". Entre Julho e Dezembro de 2017, colaborou com o Museu de Serralves no ciclo "Novas Perspectivas", centrado no diálogo entre arquitectos, artistas plásticos e autores de diferentes disciplinas artísticas. Conduziu o colóquio "Nós, a Cultura e eu” na Fundação de Serralves em 2003. Comissariou o ciclo de conferências "O que é a América hoje?", co-organizado pela FLAD e Casa da Música, em 2011, e o ciclo de cinema "Noite e Nevoeiro – Portugal e o Holocausto”, organização da Cinemateca com a Embaixada dos EUA, FLAD e Gulbenkian, em 2013. Com André e. Teodósio, concebeu o projecto "Estar em Casa" para o Teatro São Luiz, em Janeiro de 2016. O género a que mais se tem dedicado, enquanto jornalista, é a entrevista. ![]() Fotografia: Estelle Valente
O programa de conferências deste ano é dedicado ao tema da descolonização e arte contemporânea. Arquitetos, pensadores e artistas irão partilhar as suas reflexões críticas sobre a relação entre a arte e os processo...
NOVAS PERSPETIVAS: “DESCOLONIZAÇÃO, ARTE E O MUSEU” (07/06/2018)
2018-06-07
![]() O programa de conferências deste ano é dedicado ao tema da descolonização e arte contemporânea. Arquitetos, pensadores e artistas irão partilhar as suas reflexões críticas sobre a relação entre a arte e os processos de descolonização, assim como a ligação das instituições e artes visuais com as questões e desafios atuais relacionados com as histórias coloniais. Com Geanine Escobar, investigadora, Kiluanji Kia Henda e Nástio Mosquito, artistas e moderação de Joana Gorjão Henriques, jornalista Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) Geanine Escobar é Doutoranda do Programa Doutoral em Estudos Culturais - Universidades de Aveiro e do Minho - Portugal (2015-2019) e Bolsista CAPES - Doutorado Pleno no Exterior. Mestra em Memória Social e Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas - UFPel (2012-2014). Graduada em Bacharelado em Conservação e Restauro de Bens Culturais Móveis pela mesma instituição (2008-2011). É pesquisadora associada e membro do Comitê Científico da ABPN - Associação Brasileira de Pesquisadores (as) Negros (as), na qual atua como Coordenadora da Área de Memória e Patrimônio. Atualmente compõe o Grupo de Investigação em Gênero e Performance organizado pelo Doutoramento em Estudos Culturais - Universidade de Aveiro.
O interesse de Kia Henda pelas artes visuais surge por ter crescido num meio de entusiastas da fotografia. A ligação com a música e o teatro de vanguarda, fizeram parte da sua formação conceptual, tal como a colaboração com coletivos de artistas em Luanda. Participou em vários programas de residências em cidades como Veneza, Cidade do Cabo, Paris, Amman e Sharjah, entre outras. Kia Henda participou também nas seguintes exposições selecionadas: 1ª Trienal de Luanda, 2007; Check List Luanda Pop, Pavilhão Africano, Bienal de Veneza, 2007; Farewell to Post-Colonialism, Trienal de Guangzhou, 2008; There is always a cup of sea to sail in, 29ª Bienal de São Paulo, 2010; Tomorrow Was Already Here, Museu Tamayo, Cidade do México, 2012; Les Prairies – Les Ateliers de Rennes,?2012; Mondays Begins on Saturday, 1ª Trienal de Bergen, 2013; The Shadows Took Shape, The Studio Museum of Harlem, Nova Iorque, 2013; Producing the Common, Dakar Biennale, Dakar, 2014; The Divine Comedy, Museum für Moderne Kunst, Francoforte and Smithsonian Institute, Washington, 2014; Surround the Audience, New Museum Triennial, New York, 2015; Museum (Science) Fictions – MUSEUM ON/OFF, Centre George Pompidou, Paris, 2016; TATE Liverpool, Constellations, 2016.?Em 2012, Kia Henda ganhou o Prémio Nacional da Cultura e Artes, outorgado pelo Ministério da Cultura de Angola e, em 2017 venceu o Frieze Artist Award em Londres.
Nástio Mosquito é um artista multimédia conhecido pelas suas performances, vídeos, música e poesia que revelam um compromisso ativo com as potencialidades ilimitadas da linguagem. Facilmente mal interpretado como uma espécie de cansaço com o estado do mundo, é na verdade a expressão única de um desejo urgente de se envolver com a realidade a todos os níveis.
Jornalista do PÚBLICO desde 2000, participou no lançamento do novo suplemento de cultura Ípsilon, onde esteve como editora adjunta. Foi bolseira da Nieman Foundation for Journalism na Universidade de Harvard, EUA. Autora do livro Racismo em Português, sobre o lado africano da história colonial, e do livro Racismo no País dos Brancos Costumes, sobre o racismo estrutural e institucional em Portugal, recebeu vários prémios de jornalismo: o Prémio AMI - Jornalismo contra a Indiferença, o prémio e uma menção honrosa de Jornalismo de imprensa escrita de Direitos Humanos e Integração, da Comissão Nacional da UNESCO e da Secretaria Geral da Presidência do Conselho de Ministros, uma menção honrosa da fundação Corações com Coroa, e duas vezes o prémio de imprensa escrita Comunicação "Pela Diversidade Cultural" do Alto Comissariado para as Migrações.
"Preferia que [esta nossa conversa] fosse decorrendo naturalmente à medida que íamos falando, movendo-nos entre temas de uma forma ligeira, evitando qualquer agenda ou intenção programática"Diálogo entre Jorge Pinheiro e Ped...
NOVAS PERSPETIVAS - CONVERSAS ENTRE ARTE E ARQUITETURA (2017/12/07)
2017-12-07
![]() "Preferia que [esta nossa conversa] fosse decorrendo naturalmente à medida que íamos falando, movendo-nos entre temas de uma forma ligeira, evitando qualquer agenda ou intenção programática" Diálogo entre Jorge Pinheiro e Pedro Cabrita Reis que se pode ler no catálogo da exposição "Jorge Pinheiro: D' après Fibonacci e as coisas lá fora" Com moderação de Anabela Mota Ribeiro, esta sessão do ciclo Novas Perspetivas junta os artistas Jorge Pinheiro e Pedro Cabrita Reis a Eduardo Souto de Moura, o arquiteto que concebeu o desenho de instalação da exposição em que os três estiveram envolvidos. O ciclo ‘Novas Perspetivas’ desenvolvido pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves em 2017 centra-se na relação entre arte e arquitetura e juntará proeminentes arquitetos, artistas, filósofos, escritores e curadores de Portugal e de várias partes do mundo. "Conversas entre arte e arquitetura” tem curadoria da jornalista Anabela Mota Ribeiro em colaboração com Suzanne Cotter e Carles Muro do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) ![]() Pedro Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, o seu trabalho tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra, caracterizada por um idiossincrático discurso filosófico e poético, engloba uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho e instalações compostas de materiais encontrados e de objetos manufaturados. Utilizando materiais simples e submetendo-os a processos construtivos, Pedro Cabrita Reis recicla reminiscências quase anónimas de gestos e ações primordiais repetidos no quotidiano. Centradas em questões relativas ao espaço e à memória, as suas obras adquirem um sugestivo poder de associação que, transpondo o visual, alcança uma dimensão metafórica. A complexa diversidade teórica e formal do trabalho de Pedro Cabrita Reis procede de uma reflexão antropológica contrária ao reducionismo do discurso sociológico. De facto, é sobre silêncios e indagações que assenta a obra de Pedro Cabrita Reis. Participou em importantes exposições internacionais, tais como na Documenta IX em Kassel, em 1992, nas 21ª e 24ª Bienais de São Paulo, respetivamente em 1994 e 1998, e no Aperto na Bienal de Veneza de 1995. Em 2003, representou Portugal na Bienal de Veneza e em 2009 participou na Xème Biennale de Lyon, "The Spectacle of the Everyday”. O seu trabalho tem sido exibido em exposições organizadas por diversos museus e centros de arte, de onde se destacam: "Sometimes one can see the clouds passing by”, Kunsthalle Bern, 2004; "Stillness”, Camden Arts Centre, London, 2004; "True Gardens #3 (Dijon)”, FRAC Bourgogne, Dijon, 2004; "Pedro Cabrita Reis”, MACRO, Museo d'Arte Contemporanea, Roma, 2006; "La ciudad de adentro”, OPA, Guadalajara, 2007; "True Gardens #6”, Kunsthaus Graz, Graz, 2008; "Pedro Cabrita Reis”, Fondazione Merz, Torino, 2008; "La Línea del Volcán", Museo Tamayo, Mexico City, 2009; "Deposição”, Pinacoteca de São Paulo, 2010, "One after another, a few silent steps”, Hamburger Kunsthalle, Hamburg, 2009 - Carré D’Art, Nîmes, 2010 - Museum for Contemporary Art, Leuven, 2011 - Museu Colecção Berardo, Lisbon, 2011; "States of Flux – Pedro Cabrita Reis", Tate Modern, London, 2011-2013; "A Remote Whisper”, 55a Biennale de Venezia, 2013; "Lifted Gaze”, De Vleeshal, Middelburg, 2014; "Alguns nomes”, Galeria Mul.ti.plo, Rio de Janeiro, 2014; "Fourteen paintings, the preacher and a broken line”, The Power Plant, Toronto, 2014; "The London angles”, Sprovieri Gallery, London, 2014; "The Field”, Peter Freeman Inc., New York, 2014; "Herbarium (Madrid)”, Galeria Juana de Aizpuru, Madrid, 2015; "Les lieux fragmentés”, Hotel des Arts, Toulon, 2015; "A few drawings, a façade inside and a possible staircase”, The Arts Club, Chicago 2015; "Pedro Cabrita Reis”, Kewenig Galerie, Berlin 2015; "Pedro Cabrita Reis”, Konkrete Mehr Raum!, Osnabrück 2015; "La casa di Roma - L’Albero della Cuccagna”, MAXXI – Museo Nazionale delle Arti del XXI secolo, Rome 2015; "A casa de Coimbra - anozero’15 – um lance de dados, Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra”, Sala da Cidade, Refeitório do Convento de Santa Cruz, Coimbra 2015; "Todo o Património é Poesia”, Fórum Eugénio de Almeida, Évora 2016; "Fallen and Standing”, Kewenig Galerie, Palma de Mallorca 2016; "Show me your wound - TEFAF Maastricht”, Maastricht Exhibition and Congress Centre (MECC) 2016; "Art Unlimited / Basel 2016”, Halls Messe Basel, Hall 2.1, Basel 2016; "DA COLEÇÃO EM LISBOA - O Olhar do Artista: Obras da Coleção de Serralves”, Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2017; "Das pequenas coisas”, Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa 2017; "Parcours”, Art Basel, Basel’s Münsterplatz, Basel 2017; "Col-Lecció per Amor a L’Art. Ornament = Delicte?”, Bombas Gens Centre d’Art, Valencia 2017 Eduardo Souto de Moura nasce no Porto (Portugal) a 25 de Julho de 1952. Licencia-se em Arquitectura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto em 1980. Colabora com o arquitecto Noé Dinis em 1974. Colabora com o arquitecto Álvaro Siza Vieira desde 1975 a 1979. Colabora com o arquitecto Fernandes de Sá de 1979 a 1980. De 1981 a 1991 trabalha como Professor Assistente do curso de Arquitectura na FAUP. Inicia a actividade como profissional liberal em 1980. Professor convidado em Paris-Belleville, Harvard, Dublin, Zurich, Lausanne e Mantova. Recebeu vários prémios e participou em vários Seminários e Conferências em Portugal e no estrangeiro. Em 2011 recebe o Prémio Pritzker, em 2013 o Prémio Wolf e em 2017 o Prémio Piranesi. Jorge Pinheiro nasceu em 1931 em Coimbra e atualmente vive e trabalha no Estoril. Formou-se em Pintura na Escola de Belas Artes do Porto em 1963. Entre 1963 a 1976 foi professor nesta escola e depois na Escola de Belas-Artes de Lisboa. Em 1968 integrou o grupo "Os Quatro Vintes", juntamente com Ângelo de Sousa, Armando Alves e José Rodrigues. Iniciando a sua produção artística num campo de tendência expressionista e figurativa, Jorge Pinheiro tomou contacto com o abstracionismo geométrico após uma viagem pela Europa em 1966, apoiada pela Fundação Calouste Gulbenkian. Posteriormente, entre 1969 e 1970, novamente bolseiro da Gulbenkian, estudou Semiótica da Pintura em Paris, e a sua produção artística seguiu a via do abstracionismo, numa abordagem geométrica e cromática da pintura, em que a habitual forma retangular do suporte é substituída por formatos menos ortodoxos. O desenho é também uma importante componente da obra de Jorge Pinheiro. Em obras em papel notáveis, como "Ensaios para uma "reescrita” da partitura de Filipe Pires - Figurations III” (1969) ou "Quinze ensaios sobre um tema ou Pitágoras jogando xadrez com Marcel Duchamp” (1975), Pinheiro desenvolve relações formais e rítmicas com a escrita caligráfica e a música. A obra de Jorge Pinheiro estende-se também à escultura de base geométrica, que o artista desenha e projeta meticulosamente e que concretiza em materiais como o acrílico, o ferro e o espelho. Ainda nos anos 1970 Jorge Pinheiro regressa à figuração, numa vontade de continuar a refletir sobre a realidade histórica, política e cultural. A malha geométrica, que desenvolvera na década de 1970 baseada na série de Fibonnaci e sobre a qual assentara a sua obra, continua a servir de base à composição das suas pinturas, em que mantém a utilização da cor e trabalha o desenho rigoroso das figuras. Desde os anos 1950 a obra de Jorge Pinheiro tem sido apresentada em várias exposições individuais e coletivas, como "De tempos a tempos – À memória do Ângelo”, Cooperativa Árvore, Porto, 2015; "Realmente real”, Galeria Fernando Santos, Porto, 2010; "Jorge Pinheiro: Exposição Antológica”, Fundação Calouste Gulbenkian (CAM), Lisboa, 2002; "Perspectiva: Alternativa Zero”, Museu de Serralves, Porto, 1997. Os seus trabalhos estão representados em importantes coleções nacionais como a da Fundação Calouste Gulbenkian, a do Museu do Chiado, a da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e a da Fundação de Serralves.
"Os dois arquitetos [ao construir Brasília] não pensaram em construir beleza, seria fácil: eles ergueram o espanto inexplicado. A criação não é uma compreensão, é um novo mistério."Clarice LispectorCom ...
NOVAS PERSPETIVAS: CONVERSAS ENTRE ARTE E ARQUITETURA (2017/11/30)
2017-11-30
![]() "Os dois arquitetos [ao construir Brasília] não pensaram em construir beleza, seria fácil: eles ergueram o espanto inexplicado. A criação não é uma compreensão, é um novo mistério." Clarice Lispector Com moderação de Anabela Mota Ribeiro, o arquiteto Manuel Aires Mateus, a artista Ângela Ferreira e o dramaturgo José Maria Vieira Mendes vão partir das noções de beleza, espanto, criação e mistério. O ciclo ‘Novas Perspetivas’ desenvolvido pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves em 2017 centra-se na relação entre arte e arquitetura e juntará proeminentes arquitetos, artistas, filósofos, escritores e curadores de Portugal e de várias partes do mundo. "Conversas entre arte e arquitetura” tem curadoria da jornalista Anabela Mota Ribeiro em colaboração com Suzanne Cotter e Carles Muro do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) ![]() Nasceu em 1958 em Maputo, Moçambique Atualmente, vive e trabalha em Lisboa Ângela Ferreira nasceu em 1958, Maputo, Moçambique. Atualmente vive e trabalha em Lisboa. Estudou escultura (1983) na Cape Town University, África do Sul. Desde 2003, é professora assistente na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2007, foi convidada a representar Portugal na Bienal de Veneza, Itália. In 2007 she was invited to represent Portugal at the Venice Biennale. Também participou na Bienal de Istambul (1999), Turquia; Bienal de São Paulo (2008), Brasil; e Bienal de Bucareste (2010), Roménia. Participou em diversas exposição individuais e coletivas em instituições públicas e privadas por todo o mundo, tais como: Galeria Filomena Soares, Lisboa; Haus de Kulturen der Welt, Berlim, Alemanha; Marborough Contemporary, Londres; Michael Stevenson Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; Frieze Art Fair, Londres; ARCO, Madrid, Espanha; Museu Serralves, Porto, Portugal; Chinati Foundation, Marfa, Texas, E.U.A.; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil; MARCO, Vigo, Espanha; MACBA, Barcelona, Espanha; Art Gallery NSW, Sydney, Austrália; De Appel Foundation, Amesterdão, Holanda; Parasol Unit (2008), Londres. O seu trabalho está presente em diversas coleções públicas, tais como: CGAC, Santiago de Compostela, Espanha; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal; Fundação Serralves, Porto, Portugal; Market Gallery Foundation. Joanesburgo, África do Sul; South African National Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; The Johannesburg Art Gallery, Joanesburgo, África do Sul; MEIAC - Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Badajoz, Espanha; Museion - Museum of Modern and Contemporary Art, Bolzano, Itália; e The Walther Collection Neu-Ulm/Bulafingen, Alemanha. Manuel Aires Mateus nasceu em Lisboa em 1963 e formou-se na Faculdade de Arquitectura /U.T.L. em 1986. Começou a colaborar com o Arqº Gonçalo Byrne em 1983 e começou a desenvolver projectos com o seu irmão Francisco em 1988. O atelier Aires Mateus é fundado nessa altura pelos dois irmãos, embora ocupando ainda um espaço dentro do atelier do Arq. Gonçalo Byrne. A crescente escala de projectos fez com que se estabelecessem num espaço maior e autónomo para responder às solicitações de trabalho. Desde essa altura a dimensão e quantidade de trabalho tem sido prolífica resultando em diversos prémios de arquitectura nacionais e internacionais. A visibilidade do seu trabalho originou convites para realizar conferências e leccionar em várias instituições internacionais como a Graduate School of Design em Harvard, a Accademia de Arquitectura de Mendrisío entre outras em Portugal. Neste momento, a estrutura abrange dois escritórios, ambos em Lisboa, e estabelece diversas parcerias com ateliers locais para o desenvolvimento de projetos internacionais.
José Maria Vieira Mendes escreve maioritariamente peças de teatro, mas também publicou ensaios e textos curtos de ficção. Faz traduções ocasionais e escreveu dois libretos para ópera. É membro do Teatro Praga desde 2008. As suas peças foram traduzidas em mais de uma dezena de línguas. Para além de edições de peças nos Livrinhos de Teatro Artistas Unidos, publicou Teatro em 2008 (Livros Cotovia), Arroios, Diário de um diário em 2015 (edição Duas páginas) e, em 2016, um ensaio (Uma coisa não é outra coisa) e uma compilação de peças (Uma coisa), ambos pelos Livros Cotovia.
O ciclo ‘Novas Perspetivas’ desenvolvido pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves em 2017 centra-se na relação entre arte e arquitetura e juntará proeminentes arquitetos, artistas, filósofos, escritores e curadores d...
NOVAS PERSPETIVAS: CONVERSAS ENTRE ARTE E ARQUITETURA
2017-09-20
![]() O ciclo ‘Novas Perspetivas’ desenvolvido pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves em 2017 centra-se na relação entre arte e arquitetura e juntará proeminentes arquitetos, artistas, filósofos, escritores e curadores de Portugal e de várias partes do mundo. "Conversas entre arte e arquitetura” tem curadoria da jornalista Anabela Mota Ribeiro em colaboração com Suzanne Cotter e Carles Muro do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Com moderação de Anabela Mota Ribeiro, o arquiteto Carrilho da Graça, o artista plástico Julião Sarmento e o cineasta Joaquim Sapinho vão partir da ideia de contaminação (entre diferentes disciplinas), de como a mão pensa (no desenho, no gesto), do mistério que é criar. Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) ![]()
O ciclo ‘Novas Perspetivas’ desenvolvido pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves em 2017 centra-se na relação entre arte e arquitetura e juntará proeminentes arquitetos, artistas, filósofos, escritores e curadores d...
NOVAS PERSPETIVAS: CONVERSAS ENTRE ARTE E ARQUITETURA, com depA, Diogo Aguiar Studio, Fahr, fala atelier e Ottotto, Nuno Grande e João Ribas
2017-07-06
![]() O ciclo ‘Novas Perspetivas’ desenvolvido pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves em 2017 centra-se na relação entre arte e arquitetura e juntará proeminentes arquitetos, artistas, filósofos, escritores e curadores de Portugal e de várias partes do mundo. "Conversas entre arte e arquitetura” tem curadoria da jornalista Anabela Mota Ribeiro em colaboração com Suzanne Cotter e Carles Muro do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Esta conferência "Novas Perspetivas” conta com a presença dos ateliês de arquitetura DepA, Diogo Aguiar Studio, Fahr, fala atelier e Ottotto, convidados para desenvolver os pavilhões temporários para a exposição "Incerteza viva: Uma exposição a partir da 32ª Bienal de São Paulo” que terá lugar no Parque e no Museu de Serralves a partir de 1 de julho. O evento, moderado pela jornalista e investigadora Anabela Mota Ribeiro, conta ainda com a participação de João Ribas, Diretor adjunto e curador sénior do Museu e do arquiteto Nuno Grande. Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) ![]()
Sir Nicholas Serota, Diretor da Tate Art Museums and Galleries.A Tate é responsável pelas coleções nacionais de arte britânica de todas as épocas bem como de arte internacional moderna e contemporânea. Nicholas ...
COLECIONAR PARA A NAÇÃO, POR SIR NICHOLAS SEROTA
2016-11-25
![]() Sir Nicholas Serota, Diretor da Tate Art Museums and Galleries. A Tate é responsável pelas coleções nacionais de arte britânica de todas as épocas bem como de arte internacional moderna e contemporânea. Nicholas Serota descreverá a história das coleções e o modo como as mesmas têm sido desenvolvidas e expostas desde a criação da Tate Modern e da Tate Britain no ano 2000. Nicholas Serota é o diretor da Tate desde 1988. Desde então a Tate inaugurou a Tate St Ives (1993) e a Tate Modern (2000, ampliada em 2016), redefinindo o edifício de Millbank como Tate Britain (2000). A Tate estendeu também a sua área de interesse à fotografia, ao cinema, à performance e ocasionalmente à arquitetura do século XX, e a novas latitudes, incluindo a América Latina, a África, a Ásia e o Médio Oriente. O papel nacional da galeria foi de novo ampliado em 2000 com a criação da Plus Tate, uma rede de 35 instituições de todo o Reino Unido e da Irlanda do Norte. A conferência será realizada em inglês, com tradução simultânea em português. Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) Imagem: (c) Hugo Glendinning, 2016
Com Caroline Bourgeois, curadora sénior da Coleção Pinault, Palazzo Grassi Caroline Bourgeois falará sobre o seu trabalho como curadora da prestigiada coleção particular de arte contemporânea pertencente a Franç...
A IMPORTÂNCIA DA MONTAGEM: COMO FAZER UMA EXPOSIÇÃO A PARTIR DA COLEÇÃO
2016-10-27
![]() Com Caroline Bourgeois, curadora sénior da Coleção Pinault, Palazzo Grassi Caroline Bourgeois falará sobre o seu trabalho como curadora da prestigiada coleção particular de arte contemporânea pertencente a François Pinault e da sua visibilidade junto de um público cada vez mais vasto através de exposições marcantes no Palazzo Grassi, situado no Grande Canal de Veneza, e no Punto della Dogana, o museu especificamente projetado pelo arquiteto Tadao Ando, laureado com o Prémio Pritzker. A conferência será realizada em língua francesa, com tradução simultânea em português. Lotação: 80 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) Nascida na Suíça em 1959, Caroline Bourgeois licenciou-se em psicanálise na Universidade de Paris em 1984. Foi diretora da Eric Franck Gallery, na Suíça, de1988 a 1993, e codiretora da Jennifer Flay Gallery entre 1995 e 1997. No período entre 1998 e 200 realizou instalações de arte contemporânea em estações de metropolitano parisienses com uma série de artistas, incluindo Dominique Gonzalez-Foerster. Em1998 foi nomeada para dirigir a secção de vídeo da coleção François Pinault. Nesse contexto, alargou o âmbito da coleção de modo a ser possível traçar a história da imagem em movimento através de instalações de arte. Em 2001, com a coleção Pinault, trabalhou na equipa de produção das obras de arte de Pierre Huyghe destinadas ao pavilhão francês da Bienal. Trabalhou também numa série de projetos independentes, entre os quais: o programa de vídeo "Plus qu’une image” [Mais do que uma imagem] para a primeira edição da Nuit Blanche em Paris (2002); a exposição "Survivre à l’Apartheid” [Sobreviver ao Apartheid] na Maison Européenne de la Photographie durante o mês da fotografia, em Paris, com o tema Emergences Résistances Résurgences [Emergências, resistências, ressurgências] (2002); produção da coleção de vídeo "Point of view: an Anthology of the Moving image” [Ponto de vista: uma antologia da imagem em movimento], em colaboração com o New Museum of Contemporary Art (2003) e "Valie Export – an Overview” [Valie Export – uma visão de conjunto], exposição itinerante organizada com a colaboração do Centre National de la Photographie (CNP) de Paris (2003-2004). Entre 2004 e 2008 foi a diretora artística do Plateau, um centro de arte contemporânea situado em Paris, onde comissariou diversas exposições: "Ralentir Vite” [Abrandar depressa], "Joan Jonas”, "Loris Gréaud”, "Diaz & Riedweg”, "Jean-Michel Sannejouand”, "Archipeinture” [Arquipintura], "En Voyage” [Em viagem], "Adel Abdessemed”, "Société Anonyme” [Sociedade anónima], "Nicole Eisenman”, "Dr Curlet reçoit Jos de Gruyter et Harald Thys” [Dr Curlet recebe Jos de Gruyter e Harald Thys], "l’Argent” [O dinheiro], "Cao Fei”, "Melik Ohanian”. Tem comissariado exposições da Coleção Pinault desde 2007: "Passage du temps” [Passagem do tempo] (2007) no Tripostal, Lille, "Un certain état du monde” [Um certo estado do tempo] (2009), no Garage Center for Contemporary Culture em Moscovo, "Qui a peur des artistes?” [Quem tem medo dos artistas?] (2009) em Dinard, e "À triple tour” [Em triplo] (2013) na Conciergerie em Paris. Em Veneza foi a comissária de "In Praise of Doubt” [Em louvor da dúvida] (2011-2013), "Prima Materia” (2013-2014) com Michael Govan, "Slip of the Tongue” [Lapsus linguae] (2015), uma colaboração com Danh Vo, Accrochage, em Punta della Dogana, e "The World Belongs to You” (2011) [O mundo pertence-te], "Madame Fisscher” (2012), "Voice of Images” [Voz de imagens] (2012-2013), "The Illusion of Light” [A ilusão da luz] (2014-2015) e "Valie Export –” (2015) no Palazzo Grassi. A Coleção Pinault compreende mais de 5.000 obras de finais dos anos 1950 até ao presente. Integra disciplinas de fotografia, filme e vídeo, desenho, pintura e escultura.
COLEÇÕES E COLECIONISMO: "MUSEUS EM TRANSFORMAÇÃO – DINÂMICAS ENTRE O CAMPO DO REAL E DO SIMBÓLICO"2016-09-22
O quanto um projeto museológico pode ser transformador sem que se perca a essência da própria missão de um museu de arte? Respondendo a essa pergunta, sem procurar uma conclusão acabada, a conferência destacará, por meio da...
COLEÇÕES E COLECIONISMO: "MUSEUS EM TRANSFORMAÇÃO – DINÂMICAS ENTRE O CAMPO DO REAL E DO SIMBÓLICO"
2016-09-22
![]() O quanto um projeto museológico pode ser transformador sem que se perca a essência da própria missão de um museu de arte? Respondendo a essa pergunta, sem procurar uma conclusão acabada, a conferência destacará, por meio da atuação institucional do curador, algumas questões presentes nos museus brasileiros na última década, nomeadamente no Museu de Arte da Pampulha, no Instituto Inhotim e no Museu de Arte de São Paulo.
Rodrigo Moura é curador, editor e crítico de arte. Atualmente é curador adjunto de arte brasileira do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). Trabalhou como diretor artístico do Instituto Inhotim (Minas Gerais, Brasil) entre 2014 e 2015. Em Inhotim, Moura também trabalhou como curador adjunto (2004-2006), curador (2006-2013) e diretor artístico adjunto (2011-2013) e desempenhou um papel importante na aquisição e apresentações de obras de artistas como Babette Mangolte, Ernesto Neto, Geta Bratescu, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, Jorge Macchi e Victor Grippo, entre outros, e, mais recentemente, foi o curador da Galeria Claudia Andujar, concluída em 2015. Foi curador assistente (2001-2003) e curador (2004-2006) no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte, onde organizou exposições individuais de Damián Ortega, Ernesto Neto, José Bento e Fernanda Gomes, entre mais de 20 exposições individuais e site-specific, comissionadas para o Museu. Também coordenou a Bolsa Pampulha, um programa de estímulo a jovens artistas. Tem publicado extensivamente sobre arte e cultura em veículos como Folha de S. Paulo e Trópico (São Paulo), Vogue (São Paulo), Flash Art (Milão), Exit (Madri), Dardo (Santiago de Compostela), Metropolis M (Amsterdã), The Exhibitionist (Berlim), Aperture (Nova York) e ArtNexus (Bogotá e Miami). Seus textos também apareceram recentemente em diferentes catálogos, incluindo ensaios monográficos sobre a obra de Rivane Neuenschwander, Marina Rheingantz e Jac Leirner. É um dos autores do ART NOW V.3 (Taschen, Colônia, 2008), para o qual escreveu sobre o trabalho de 10 artistas. Como curador independente, fez a curadoria de "Mirante”, exposição panorâmica de Mauro Restiffe no PhotoEspaña 2009, Madri, de "LINES” (Hauser & Wirth, 2014), e de "Planos de Fuga”, co-curadoria com Jochen Volz, no Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo (2012). Também foi co-curador do 43º Salão Internacional de Artistas da Colômbia (Medellín, 2013) e de "artevida” (Rio de Janeiro, 2014), com Adriano Pedrosa. Entre as publicações editadas recentemente por ele, estão Através: Inhotim (2a edição, Instituto Inhotim, 2015) e Marcius Galan: Seção (Cosac Naify, 2016).
COLEÇÕES E COLECIONISMO: "PERHAPS THE PAST IS STILL LARGELY UNDISCOVERED: RESEARCHING ART HISTORIES"2016-04-21
Para esta segunda conferência do ciclo NOVAS PESPETIVAS, Sheikha Hoor Al Qasimi, Diretora e Presidente da Sharjah Art Foundation e Diretora da Bienal de Sharjah, abordará a contribuição da pesquisa, investigação e trabalho c...
COLEÇÕES E COLECIONISMO: "PERHAPS THE PAST IS STILL LARGELY UNDISCOVERED: RESEARCHING ART HISTORIES"
2016-04-21
![]() Para esta segunda conferência do ciclo NOVAS PESPETIVAS, Sheikha Hoor Al Qasimi, Diretora e Presidente da Sharjah Art Foundation e Diretora da Bienal de Sharjah, abordará a contribuição da pesquisa, investigação e trabalho conjunto com artistas no desenvolvimento da História da Arte. Teremos a oportunidade de conhecer a dimensão das atividades desenvolvidas pela Bienal de Sharjah e pela Sharjah Art Foundation que, no seu programa público, desenvolve exposições, residências e projetos com a comunidade local e importantes parceiros internacionais. Nos últimos anos potenciou a criação de obras de artistas contemporâneos em diálogo com os edifícios sob risco de demolição adquiridos para a coleção da Fundação Sharjah. Sheikha Hoor Al Qasimi foi curadora do Pavilhão Nacional dos Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza em 2015. Faz parte do Conselho de Diretores do MoMA PS1, Nova Iorque e do KW Institute for Contemporary Art, Berlim. Em 2015 Hoor Al Qasimi foi mencionada entre as figuras mais influentes da Arte Contemporânea pela Art Review/Power 100 ArtReview Power 100. É professora no Institute for Comparative Modernities (ICM) na Cornell University, Ithaca, Nova Iorque e professora convidada na Slade School of Fine Art em Londres. Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) Nota: A conferência será falada em inglês, com tradução simultânea. Este evento está inserido na programação do ciclo Novas Perspetivas. Imagem: (c) Nato Welton
A norte-americana Peggy Guggenheim, herdeira de uma conhecida família de magnatas, e os aristocratas franceses John e Dominique de Menil foram figuras fundamentais na história do colecionismo do século XX. Movidos pelas s...
COLEÇÕES E COLECIONISMO: DOMÍNIOS DA LUZ - DUAS COLEÇÕES VISIONÁRIAS
2016-03-10
![]() A norte-americana Peggy Guggenheim, herdeira de uma conhecida família de magnatas, e os aristocratas franceses John e Dominique de Menil foram figuras fundamentais na história do colecionismo do século XX. Movidos pelas suas respetivas paixões, reuniram coleções de arte de renome mundial que são hoje instituições públicas em Veneza e Houston, respetivamente. A arte surrealista constitui a pedra angular de ambas as coleções. Contudo, apesar das semelhanças que as unem, as duas coleções são em última análise radicalmente diferentes. Nesta conferência analisar-se-á o modo como cada uma delas foi concebida e como a intuição de cada colecionador lhe permitiu adquirir algumas das obras mais significativas da história da arte. Com: Susan Davidson, Curadora Sénior, Solomon R. Guggenheim Museum Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto) Nota: A conferência será falada em inglês, com tradução simultânea. Este evento está inserido na programação do ciclo Novas Perspetivas. Imagem: Rene Magritte, Empire of Light (O Império das Luzes), 1953-54. Fundação The Solomon R. Guggenheim, Coleção Peggy Guggenheim, Veneza 1976. 76.2553.102 Curadora Sénior de Coleções e Exposições, Susan Davidson faz parte da equipa curatorial sénior do Guggenheim Museum em Nova Iorque desde 2002. Antes de entrar para o Guggenheim, foi curadora de coleções da Menil Collection, em Houston, durante 18 anos. As áreas de investigação de Susan Davidson, especialista na arte de Robert Rauschenberg, incluem o surrealismo, o expressionismo abstrato e a arte pop. Além de preparar exposições para a rede de museus Guggenheim Davidson é responsável pela supervisão dos empréstimos ao exterior e pelas políticas de gestão da coleção. As suas exposições e os seus catálogos mais recentes incluem: "Robert Motherwell: Early Collages” [Robert Motherwell: Primeiras colagens]; "John Chamberlain: Choices” [John Chamberlain: Escolhas]; "Robert Rauschenberg: Gluts” [Robert Rauschenberg: Excessos]; "Art in America: 300 Years of Innovation” [Arte na América: 300 anos de inovação]; "No Limits, Just Edges: Jackson Pollock Paintings on Paper” [Sem limites, apenas margens: Pinturas sobre papel de Jackson Pollock]; "Peggy and Kiesler: The Collector and the Visionary (The Story of Art of This Century)” [Peggy e Kiesler: A colecionadora e o visionário (A história da arte deste século); e "American Pop Icons” [Ícones pop americanos]. Fez estudos pós-graduados em história de arte no Courtauld Institute of Art, Londres, e na George Washington University, Washington, D.C.
Aviso: por motivo de força maior relacionado com a recente nomeação de Paul B. Preciado para curador para a Documenta 14, esta conferência será adiada para março de 2016, em nova data a anunciar brevemente.&nb...
PAUL B. PRECIADO: Resistência na era do poder fármacopornográfico
2015-10-22
![]() Aviso: por motivo de força maior relacionado com a recente nomeação de Paul B. Preciado para curador para a Documenta 14, esta conferência será adiada para março de 2016, em nova data a anunciar brevemente. Feminismo, política de género, homossexualidade, movimentos transgénero, pós-pornografia… Esta palestra procura definir uma genealogia das tecnologias mutantes de produção do corpo e da subjetividade modernas, desde a forma como foram concebidos pelos regimes soberanos e pela da rede colonial de poder até às suas configurações fármaco-pornográficas contemporâneas. Nela se exploram também os diferentes movimentos de resistência e o seu legado político. As questões são: Como agir politicamente hoje? Quais os processos de produção de subjetividade e do corpo que quereremos explorar? Que significa ser feminista ou revolucionário hoje? Quais são os atuais desafios de uma agenda transfeminista? Como poderemos estabelecer alianças políticas para lá de uma política da identidade? Paul B. Preciado, anteriormente conhecido como Beatriz Preciado, é filósofo, ativista queer e um dos principais pensadores no campo do estudo da política sexual e de género. É também diretor do Programa de Estudos Independentes e dos Programas Públicos do MACBA – Museu de Arte Contemporânea de Barcelona. Preciado é professor de Filosofia do Corpo e Estudos de Género na Universidade de Nova Iorque. É autor das obras Contrassexual Manifesto (a publicar pela Columbia University Press), Testo Junkie: Sex, Drugs and Biopolitics (The Feminist Press) e Pornotopia (Zone Books). Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (estudantes e maiores de 65 anos: 50% desconto; Amigos de Serralves: gratuito free)
PAULA NASCIMENTO E STEFANO RABOLLI PANSERAPaula Nascimento e Stefano Rabolli Pansera, curadores do Pavilhão de Angola, vencedor do Leão de Ouro para melhor Participação Nacional na 55ª Exposição Internacional de Artes – l...
Beyond Entropy ou Destino de Estar Lá por não estar lá ao mesmo tempo que se está lá
2015-04-15
![]() PAULA NASCIMENTO E STEFANO RABOLLI PANSERA Paula Nascimento e Stefano Rabolli Pansera, curadores do Pavilhão de Angola, vencedor do Leão de Ouro para melhor Participação Nacional na 55ª Exposição Internacional de Artes – la Biennale di Venezia, em 2013, apresentarão os projetos curatoriais que têm vindo a desenvolver a partir de Beyond Entropy Africa. A Beyond Entropy Africa, um estúdio de investigação que opera no limiar da arte e da arquitetura, do urbanismo e da geopolítica, entre África e o mundo, entre a localidade e a globalidade. A noção de território tal como o definimos é não só uma metodologia mas, também, uma forma de entender o mundo – onde o local se torna não uma entidade física mas um conjunto de condições já existentes, se bem que ainda por formular. Um instrumento para desafiar paradigmas e criar novas formas de relação. A conferência será falada em português. As intervenções de Stefano Rabolli Pansera terão tradução simultânea. Lotação: 40 pessoas Acesso: 3€ (estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto; Amigos de Serralves: gratuito) Nota: Neste dia o Museu está aberto ao público até às 19h00. Imagem: Fotografias de Paolo Regis Paula Nascimento é Arquiteta e Investigadora. Vive e trabalha em Luanda, Angola. Graduou-se na London Southbank University e na Architectural Association em Londres. Trabalhou com Álvaro Siza Arquitectos, RDA Chartered Architects e Bates Zambelli Architects em diversos projetos residenciais e na área de Conservação do Património. Atualmente colabora com a Comissão de Angola para a Expo (designer do Pavilhão de Angola Expo Yeosu 2012; actualmente como arquiteta, direção artística e coordenadora de projeto de Angola para a Expo Milano 2015). É, desde 2011 co-fundadora e directora de Beyond Entropy Africa, estúdio de investigação na área de arquitectura, urbanismo, artes visuais e geopolítica; membro do board de curadores da Galeria Mangiarbarche e contribui para várias publicações e catálogos. Em 2014 co-editou o livro "Ilha de São Jorge” com Ana Vaz Milheiro e Stefano Serventi. Com Stefano Rabolli Pansera, foi curadora, em 2012 do Pavilhão de Angola na 13ª Exposição Internacional de Arquitetura – la Biennale di Venezia (Beyond Entropy Angola), e em 2013,do Pavilhão de Angola na 55ª Exposição Internacional de Artes – la Biennale di Venezia (Luanda enciclopedic city), vencedor do Leão de Ouro para melhor Participação Nacional, e do prémio Angola 35º para Artes e Cultura. Outras exposições incluem "Luanda de Baixo pra Cima”, com Paulo Moreira e Stefano Rabolli Pansera, Porto 2012; "Luanda Cidade Enciclopédia 2”, Luanda 2013; "Ilha de São Jorge” ( exposição itinerante, co-curadoria com Stefano Rabolli Pansera, presente em Veneza 2014, hangar Biccoca 2015, Design Library 2015, ICA London); "Africa Is Now” ( brevemente, com Stefano Rabolli Pansera). Em 2015 participou no projeto Curatorial Clube como curadora da peça "The Best Fucking Life” (Instalação urbana em Luanda) com Nelo Teixeira e Angel Ihosvany. Membro Fundador do coletivo "Pés Descalços” em 2014. Stefano Rabolli Pansera é Arquiteto e Investigador. Vive e trabalha em Londres. Graduou-se com Honors na Architectural Association em Londres. Depois de trabalhar com Herzog & de Meuron entre 2005 e 2007, Stefano lecionou na Architectural Association School of Architecture, entre 2007 e 2011. Palestrante nas Universidades de Cagliari, Cambridge, Nápoles, Wuhan, Seul e Madrid. Em 2010 fundou Beyond Entropy Lts, que opera na Europa, Mediterrâneo e África. Desde 2012 é o Diretor da Galeria Mangiabarche, na Sardenha. Foi curador em 2012 do Pavilhão de Angola na 13ª Exposição Internacional de Arquitetura – la Biennale di Venezia (Beyond Entropy Angola), e em 2013,do Pavilhão de Angola na 55ª Exposição Internacional de Artes – la Biennale di Venezia (Luanda enciclopedic city), vencedor do Leão de Ouro para melhor Participação Nacional. Outras exposições incluem "When Prototypes become Space” (Venice,Triennale di Milano/AA), "Potential Monuments for Unrealised Futures” (Pavilhão da Albania na 14ª Bienal de Arquitectura), "Luanda de Baixo pra Cima”, com Paulo Moreira e Paula Nascimento, Porto 2012; "Ilha de São Jorge” (cocuradoria com Paula Nascimento), Veneza 2014, "Africa Is Now ” (brevemente, com Paula Nascimento), Editor das publicações "When Prototypes become space” e "When Energy becomes Form” (publicada pela AA Books).
O curador polaco Adam Szymczyk está à frente do evento de maior relevância no calendário de exposições de arte contemporânea, a documenta 14, a decorrer em 2017. Será a primeira vez que esta exposição, que desde 1955 tem...
ADAM SZYMCZYK: "A Linha Reta é uma Utopia"
2015-02-11
![]() O curador polaco Adam Szymczyk está à frente do evento de maior relevância no calendário de exposições de arte contemporânea, a documenta 14, a decorrer em 2017. Será a primeira vez que esta exposição, que desde 1955 tem tido lugar na cidade alemã de Kassel, também será apresentada fora de portas. Paralelamente a Kassel a exposição acontecerá em Atenas, na Grécia. A pouco mais de dois anos e meio da sua realização, esta conferência será uma oportunidade imperdível para entrarmos em contacto com a génese da preparação de uma exposição que, de cinco em cinco anos, marca o discurso crítico e artístico contemporâneo a nível internacional e que, nesta edição interroga claramente a capacidade da arte contemporânea para abrir um espaço de imaginação e de ação sociopolítica. Convidamos o nosso público - artistas, estudantes, curadores, críticos e, fundamentalmente, todos os curiosos e demais interessados- a conhecer a prática curatorial de Szymczyk e a pensar o alcance de uma exposição desta natureza nos dias de hoje. Adam Szymczyk será apresentado por Suzanne Cotter, diretora do Museu de Serralves, que assegura também a moderação desta conferência. Lotação: 250 pessoas Acesso: 3€ (estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto; Amigos de Serralves: gratuito) Reserva de bilhete: garanta o seu lugar através do telefone 226 156 584 - o bilhete deve ser levantado até 1 hora antes do início do evento. Nota: A conferência será falada em inglês, com tradução simultânea. Foto: Tadeusz Rolke, 2014 Adam Szymczyk (1970, Piotrków Trybunalski, Polónia) é diretor artístico da documenta 14. Co-fundador da Fundação Galeria Foksal em Varsóvia, onde trabalhou como curador entre 1997 e 2003, altura em que iniciou funções como Diretor da Kunsthalle Basel, Suíça. Em Basileia, organizou exposições de, entre outros, Piotr Uklanski: "Earth, Wind and Fire” (2004); Tomma Abts (2005); Gustav Metzger: "In Memoriam” e Lee Lozano: "Win First Don't Last Win Last Don't Care” (ambas em 2006); Micol Assaël: "Chizhevsky Lessons” (2007); Danh Võ: "Where the Lions Are” (2009); Moyra Davey: "Speaker Receiver” (2010); Sung Hwan Kim: ‘Line Wall’ (2011); Paul Sietsema e Adriana Lara: ‘S.S.O.R.’ (ambas em 2012); e exposições coletivas, de entre as quais se destacam "Strange Comfort (Afforded by the Profession)” (com Salvatore Lacagnina, 2010);”How to Work/How to Work (More for) Less” (ambas em 2011); Michel Auder: "Stories, Myths, Ironies, and Other Songs: Conceived, Directed, Edited, and Produced by M. Auder” (2013) e Naeem Mohaiemen: "Prisoners of Shothik Itihash” (2014).
Foi co-curador (com Elena Filipovic) da 5.ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlim de 2008, com o título "When Things Cast No Shadow”, e em 2012 comissariou "Olinka, o donde se crea el movimiento”, no Museo Tamayo, Cidade do México. É membro da Conselho de Administração do Museu de Arte Moderna de Varsóvia. Em 2011, recebeu o Walter Hopps Award for Curatorial Achievement da Menil Foundation, Houston. |
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