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Exposições
Os finalistas e vencedor da edição de 2018 do prémio NOVO BANCO Revelação já estão escolhidos. O Júri, este ano composto por Anna Gritz – curadora no KW (Instituto para a arte contemporânea, Berlim) –, Filipa Lo...
NOVO BANCO REVELAÇÃO 2018
DE 2018-11-30 a 2019-01-29

Os finalistas e vencedor da edição de 2018 do prémio NOVO BANCO Revelação já estão escolhidos. O Júri, este ano composto por Anna Gritz – curadora no KW (Instituto para a arte contemporânea, Berlim) –, Filipa Loureiro e Ricardo Nicolau – curadora e adjunto da direção do Museu de Serralves –, e Rita Vitorelli, editora-chefe da revista Spyke Art, selecionou por unanimidade, como finalistas do Prémio NOVO BANCO Revelação 2018, os artistas Carlos Arteiro, Ana Linhares, o coletivo Sem título 2018 e Maria Trabulo, eleita a grande vencedora.
Está patente no Museu de Serralves uma exposição coletiva que apresenta os projetos com que os quatro artistas foram selecionados. Por essa ocasião foi lançada uma publicação monográfica do trabalho da vencedora, Maria Trabulo.
O Prémio NOVO BANCO Revelação é uma iniciativa do NOVO BANCO em parceria com a Fundação de Serralves, que já distinguiu 41 artistas e tem como objetivo incentivar a produção e criação artística de jovens talentos portugueses, até aos 30 anos, tendo por base uma lógica de divulgação, lançamento e apoio a todos os artistas que recorram ao meio da fotografia.
Este projeto é coordenado por Filipa Loureiro, curadora e Ricardo Nicolau adjunto da direção do Museu.
Imagem: "Da série Homens Petrificados" (Petrified Men), 2017 Digitalização de fragmento restante de estátua derrubada ou destruída por motivos políticos depósitos de museus em Portugal, Áustria, Bulgária, Alemanha. © Maria Trabulo
Todos os artistas manifestam, segundo o júri, uma abordagem à fotografia que amplia o alcance e as possibilidades deste meio na arte contemporânea – por exemplo em projetos relacionados com a memória da herança colonial portuguesa (Ana Linhares), ou que baralham noções de autoria e de identidade (coletivo Sem Título 2018), ou que partem da fotografia para explorar noutros meios, nomeadamente a pintura e o vídeo, o caráter impessoal, mecânico, da prática fotográfica (Carlos Arteiro).
A atribuição do Prémio a Maria Trabulo deveu-se, segundo o júri, ao caráter aturado e idiossincrático das pesquisas da artista, que a levam no projeto com que concorreu ao NOVO BANCO Revelação a questionar a relação da fotografia com os limites da memória humana – lembremo-nos que ela é fundamental na constituição de arquivos, para práticas de preservação e enquanto ferramenta arqueológica.
Maria Trabulo vive e trabalha entre o Porto e Viena. Mantém uma prática artística quer individual como em coletivo, tendo realizado várias exposições em Portugal e no estrangeiro. O seu trabalho tem sido premiado por instituições internacionais relevantes e tem desenvolvido várias colaborações com profissionais do campo das artes, arquitetura e artes performativas. Concluiu o mestrado em Art & Science pela Academia de Artes Aplicadas de Viena e possui uma licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e pela Academia de Belas Artes da Islândia.
Publicado por ocasião do Prémio NOVO BANCO Revelação 2018, The Reinvention of Forgetting [A reinvenção do esquecimento] documenta e analisa a obra da artista vencedora, Maria Trabulo e o projeto que apresentou a concurso. Através de uma grande entrevista com a curadora Pieternel Vermoortel, e de imagens e textos selecionados ou escritos por Trabulo, o livro permite compreender o processo de trabalho da artista e acrescentar sentidos e possíveis leituras à sua obra plástica.
- LocalMuseu de Serralves
- Dias30-11-2018 - 29-01-2019
O Museu de Serralves e o NOVO BANCO apresentam a partir de 17 de outubro uma exposição de trabalhos de Tiago Madaleno, vencedor da edição de 2017 do Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO. Este prémio é uma in...
NOVO BANCO REVELAÇÃO 2017: TIAGO MADALENO
DE 2017-10-17 a 2018-01-07

O Museu de Serralves e o NOVO BANCO apresentam a partir de 17 de outubro uma exposição de trabalhos de Tiago Madaleno, vencedor da edição de 2017 do Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO.
Este prémio é uma iniciativa do NOVO BANCO e da Fundação de Serralves, que já distinguiu mais de quatro dezenas de artistas e tem como objetivo incentivar a produção e criação artística de jovens talentos portugueses, até 30 anos, tendo por base uma lógica de divulgação, lançamento e apoio a todos os artistas que recorram ao meio da fotografia.
Tiago Madaleno (Vila Nova de Gaia, 1992) foi escolhido por um júri presidido por João Ribas, Diretor Adjunto e Curador Sénior do Museu de Serralves e constituído por Andrea Lissoni, curador de vídeo e fotografia da Tate Modern, em Londres; Alessio Antoniolli, director da Gasworks & Triangle Network, Londres; Ricardo Nicolau, adjunto da direção e curador do Museu de Serralves e Filipa Loureiro, curadora do Museu de Serralves. O vencedor foi escolhido de um conjunto de quatro finalistas, de que também faziam parte os artistas Ana Barata Martins, Diogo Bolota e Henrique Loja. Os quatro finalistas utilizam o suporte fotográfico para o interrogar nos seus sentidos e possibilidades na arte contemporânea.
Com o projeto que apresentou ao júri, Tiago Madaleno propõe-se refletir acerca da relação entre a fotografia e a temporalidade, invocando a presença do corpo no processo de produção das imagens. Recorrendo a uma instalação com diversos dispositivos que exploram o uso desviado do vocabulário fotográfico, Clepsidra (o projeto de Madaleno) questiona as condições de visibilidade da fotografia, nomeadamente os processos utilizados para a produzir e o recurso ao índice como ferramenta de trabalho.
CATÁLOGO:
O catálogo da edição de 2017 do Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO, já publicado, documenta projetos dos quatro artistas finalistas, não só os projetos que apresentaram a concurso como também trabalhos anteriores e/ou em curso. Revelando práticas distintas que se cruzam com a escultura, o desenho, a instalação ou a performance, Tiago Madaleno, Ana Barata Martins, Diogo Bolota e Henrique Loja coincidem na afirmação da vitalidade da fotografia e do lugar central que ela ocupa na prática artística dos nossos dias, como o demonstram as entrevistas escritas em resposta a questões propostas por Ricardo Nicolau, Adjunto da Direção do Museu e membro do júri.
Mecenas do Prémio NOVO BANCO Revelação
- LocalMuseu de Serralves
- Dias17-10-2017 - 07-01-2018
O Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO é uma iniciativa do NOVO BANCO em parceria com a Fundação de Serralves, que já distinguiu 39 artistas e tem como objetivo incentivar a produção e criação artística de jovens ta...
NOVO BANCO REVELAÇÃO 2016: ANDREIA SANTANA
DE 2016-11-24 a 2017-02-12

O Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO é uma iniciativa do NOVO BANCO em parceria com a Fundação de Serralves, que já distinguiu 39 artistas e tem como objetivo incentivar a produção e criação artística de jovens talentos portugueses, tendo por base uma lógica de divulgação, lançamento e apoio a todos os artistas que recorram ao meio da fotografia.
O formato renovado do NOVO BANCO Revelação conta com um júri internacional, responsável por selecionar, numa primeira fase, quatro projetos de entre todas as candidaturas recebidas. Numa segunda fase, o júri elege como grande vencedor do concurso, um dos quatro projetos inicialmente selecionados.
A vencedora da edição de 2016 é Andreia Santana (Lisboa, 1991), que apresenta o seu trabalho "História da Falta" numa exposição individual no Museu de Serralves, a partir do dia 24 de novembro. O júri, este ano presidiado por João Ribas (Diretor Adjunto e Curador Sénior do Museu de Serralves) e constituído por Alice Motard (Curadora Chefe do CAPC – Museu de Arte Contemporânea de Bordéus); Émilie Villez (Diretora da Fundação Kadist, Paris); Luca Lo Pinto (curador da Kunsthalle Wien, Viena); Ricardo Nicolau (adjunto da direção do Museu de Serralves) e Filipa Loureiro (curadora do Museu de Serralves) destacou o importante papel que a organização de uma exposição no Museu de Serralves pode desempenhar no percurso artístico de Andreia Santana. O diálogo com os curadores do Museu e o acesso a condições profissionais de produção e de comunicação deverão trazer à sua prática novas preocupações e posições estéticas.
O projeto que Andreia Santana apresentou ao júri testemunha o atual interesse dos artistas por técnicas e meios em vias de extinção. A partir de imagens recolhidas em fábricas portuguesas que se dedicam ao fabrico de instrumentos empregues pela arqueologia, Andreia Santana estabelece uma relação entre modos de produção considerados anacrónicos e uma ciência social (a arqueologia) que irá inevitavelmente dedicar-se à análise desses modos de produção num futuro próximo.
A acompanhar o Prémio foi recentemente publicado um catálogo que apresenta o trabalho dos quatro finalistas e que, para além de imagens que documentam os projetos, inclui entrevistas aos artistas conduzidas por Ricardo Nicolau, adjunto da direção do Museu de Serralves e membro do júri do Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO 2016.
Mecenas do Prémio NOVO BANCO Revelação
- LocalGALERIA CONTEMPORÂNEA
- Dias24-11-2016 - 12-02-2017
O NOVO BANCO Revelação é uma iniciativa do Novo Banco em parceria com a Fundação de Serralves que visa incentivar a produção e criação artística de jovens talentos portugueses, tendo por base uma lógica de divulga...
NOVO BANCO REVELAÇÃO 2015: BRUNO ZHU
DE 2015-11-20 a 2016-01-31

O NOVO BANCO Revelação é uma iniciativa do Novo Banco em parceria com a Fundação de Serralves que visa incentivar a produção e criação artística de jovens talentos portugueses, tendo por base uma lógica de divulgação, lançamento e apoio a todos os que recorram ao meio da fotografia. Premiando anualmente um grande vencedor, o NOVO BANCO Revelação atribui uma bolsa de produção no valor de 15.000 euros.
O formato renovado do NOVO BANCO Revelação conta com um júri internacional, responsável por selecionar, numa primeira fase, quatro projetos de entre todas as candidaturas recebidas. Numa segunda fase, o júri elege como grande vencedor do concurso, um dos quatro projetos inicialmente selecionados.
O vencedor da edição de 2015 é Bruno Zhu, que apresenta o seu trabalho numa exposição individual no Museu de Serralves. O júri, este ano composto por Pierre Bal-Blanc, membro da equipa curatorial da próxima Documenta de Kassel (Alemanha), Michelle Cotton, Diretora do Bonner Kunstverein (Alemanha), Filipa Loureiro e Ricardo Nicolau, curadores do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, destaca as qualidades intrínsecas do trabalho de Bruno Zhu, que dá usos à fotografia que aproximam a experiência do espectador da manipulação quotidiana a que as imagens estão sujeitas na atualidade, nomeadamente na internet. Misturando de forma descomplexada referências eruditas e populares e tentando, nas suas palavras, "misturar o brilho com a vulgaridade”, o artista relaciona a criatividade contemporânea com a fluidez dos media.
Bruno Zhu, nascido no Porto em 1991, é licenciado em Design de Moda pela Central Saint Martins de Londres e frequenta atualmente o mestrado em Artes Plásticas no Sandberg Institute em Amesterdão, cidade onde vive. O seu trabalho foi objeto de exposições individuais na galeria Jeanine Hofland Contemporary Art de Amesterdão, na galeria Temple de Paris e na galeria Carlos/Ishikawa em Londres.
Este projeto é coordenado por Filipa Loureiro e Ricardo Nicolau, curadores do Museu de Serralves.
Mecenas do Prémio NOVO BANCO Revelação
- LocalGaleria contemporânea do Museu de Serralves
- Dias20-11-2015 - 31-01-2016
Através de um concurso, foram selecionados por um júri internacional os projetos de quatro artistas nacionais, a quem foram atribuídas bolsas de produção e a oportunidade de verem os seus trabalhos apresentados no Museu...
NOVO BANCO REVELAÇÃO 2014 - JOVEM FOTOGRAFIA EM PORTUGAL
DE 2014-10-18 a 2015-01-11
Através de um concurso, foram selecionados por um júri internacional os projetos de quatro artistas nacionais, a quem foram atribuídas bolsas de produção e a oportunidade de verem os seus trabalhos apresentados no Museu de Serralves. Esta exposição, que reúne as obras entretanto desenvolvidas, mostra como têm o fotográfico e cinemático sido explorados por jovens artistas portugueses.
O júri do Prémio - este ano constituído por Maria Inés Rodriguez (Diretora do Musée D´Art Contemporain de Bordeaux), Andre Bellini (Director do Centre d´Art Contemporain de Genève) e Joe Scotland (Director do Studio Voltaire em Londres) - selecionou, por unanimidade, os projetos apresentados a concurso por Patrícia Bandeira, Pedro Henriques, Sofia Lopes Borges, Lúcia Prancha.
Patricia Bandeira: Not otherwise specified Em Not otherwise specified, uma instalação multimédia que associa fotografia e vídeo, Patrícia Bandeira parte de um acontecimento real (um grupo de islandeses que admitiu convictamente a autoria de um crime apesar não se lembrar de o ter cometido), para questionar a relação entre a fotografia e a assunção do real. No fundo, como a persuasão coerciva através de imagens pode afetar a nossa perceção da realidade. Escreve a artista sobre este projeto: " […] vive da ambiguidade realidade-ficção, presença-ausência, lugar-não lugar”.
Pedro Henriques: Mixers
No projecto de Pedro Henriques imagens de uma mesa de mistura áudio adquirem um especial interesse visual. Nele, são aplicadas variadas distorções visuais a fotografias técnicas daquele objecto, depois impressas em placas de madeira recortada. Segundo o artista, "De forma algo paradoxal, pretende-se suscitar a sensação de se estar perante um instrumento sonoro com materialidade táctil”.
Sofia Lopes Borges: Teleférico
Sofia Lopes Borges vai percorrer toda a fronteira de Portugal, desde Caminha a Vila Real de Santo António, captando a paisagem estrangeira que se vê a partir do nosso país. Europa propõe um retrato de Portugal, "mostrando a paisagem visível daquilo que é a Europa”.
Lúcia Prancha: Visões de Albinos
Lúcia Prancha desloca-se até à IIha dos Lençóis, no Nordeste do Brasil, para recolher imagens e informações que lhe permitam fazer um documentário ficcionado sobre um grupo de albinos que acredita habitar um território assombrado por D. Sebastião desde que ele desapareceu em combate na célebre batalha de Alcácer Quibir (1578). Segundo a artista, esta pesquisa tem-lhe servido para "entender um passado comum e a atual relação (ou não relação) entre Portugal e o Brasil”.
Actividades Relacionadas
VISITAS E CONVERSAS
18 OUT (SÁB), 17H00, GALERIAS DO MUSEU Encontro na exposição com Filipa Loureiro (curadora) Lotação: 30 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia)
04 DEZ (QUI), 18h30, GALERIAS DO MUSEU Encontro na exposição com Ricardo Nicolau (curador) Lotação: 30 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia)
10 JAN 2015, SÁB, 16H00-19H00, AUDITÓRIO Mesa Redonda - Fotografia, Modos de usar Participantes: André Cepeda, Ângela Ferreira, Nuno Crespo, Filomena Silvano e Pedro Alfacinha Moderação: Ricardo Nicolau e Liliana Coutinho
Lotação: 250 pessoas
VISITAS GUIADAS POR MONITORES DO SERVIÇO EDUCATIVO
21 DEZ (DOM), 12H00–13H00, GALERIAS DO MUSEU Por Pedro Cachapuz
11 JAN (DOM), 12H00–13H00, GALERIAS DO MUSEU Por Pedro Cachapuz
Lotação: 30 pessoas Acesso: mediante aquisição de bilhete Museu e Parque (emitido no dia)
- LocalMuseu de Serralves
- Dias18-10-2014 - 11-01-2015
Apresenta-se no Museu de Serralves, pelo nono ano consecutivo, mais uma exposição dos vencedores do Prémio BES Revelação. A partir de um concurso, são selecionados projetos fotográficos de jovens artistas, p...
BES REVELAÇÃO 2013
DE 2013-11-26 a 2014-01-26
Apresenta-se no Museu de Serralves, pelo nono ano consecutivo, mais uma exposição dos vencedores do Prémio BES Revelação. A partir de um concurso, são selecionados projetos fotográficos de jovens artistas, por um júri internacional — este ano composto por Guillaume Désanges, Marina Fokidis, Nav Haq e Filipa Ramos. O júri selecionou por unanimidade os projetos apresentados a concurso por Diogo Evangelista, Nádia Ribeiro e André Romão. Curadoria: Filipa Ramos
Diogo Evangelista (n. 1984) apresentou a concurso um projeto de vídeo falsamente documental em que partindo de imagens fotográficas, material impresso e vídeos encontrados, que permitirá, nas palavras do artista, refletir sobre os "arquétipos de deserto, sonho, ilusão, utopia e paraíso”, associando "o planeta Marte a um paraíso perdido, representado pelas ilhas de Mauna Kea, no Havai, Faial, nos Açores, Nova Guiné, na Indonésia e Lanzarote, nas Ilhas Canárias”.
Nádia Rodrigues Ribeiro (n. 1984) apresentará uma série de imagens que testemunham, recorrendo a diversos processos fotográficos, a degradação de um conjunto de flores, sublinhando a relação da fotografia com a temporalidade.
André Romão (n. 1984) venceu com um trabalho composto pela projeção de um vídeo que apresenta uma colagem de todos os fragmentos do friso ocidental do Partenon, friso que testemunha e sintetiza, no seu desmembramento (os seus fragmentos estão espalhados por vários museus da Europa), a história do Ocidente.
André Romão Diogo Evangelista Nádia Rodrigues Ribeiro
Sobre o prémio Cada vencedor receberá uma bolsa de produção no valor de 7500 euros, que lhe permitirá produzir os projetos, que serão depois apresentados no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, numa exposição com o mecenato exclusivo do Banco Espírito Santo e que será inaugurada em Novembro.
Sobre o Júri O Júri desta 9ª edição foi composto por Guillaume Désanges, curador independente que trabalha em Paris, Marina Fokidis, directora da Kunsthalle Athena, em Atenas, e da revista South, Nav Haq, curador no MHKA, Antuérpia e Filipa Ramos, curadora independente portuguesa que trabalha e vive entre Londres e Milão.
- LocalMUSEU
- Publico AlvoGeral
- Dias26-11-2013 - 26-01-2014
O prémio BES revelação distinguiu na sua mais recente edição os projetos submetidos a concurso por Mariana Caló & Francisco Queimadela, Diana Carvalho, Tiago Casanova e Joana Escoval. O Júri desta 8...
BES REVELAÇÃO 2012
DE 2012-11-30 a 2013-03-31
O prémio BES revelação distinguiu na sua mais recente edição os projetos submetidos a concurso por Mariana Caló & Francisco Queimadela, Diana Carvalho, Tiago Casanova e Joana Escoval.
O Júri desta 8ª edição foi composto por Alessandro Rabottini, curador do GAMeC (Bergamo), Carolina Rito, curadora independente (Londres), Elena Filipovic, curadora no Wiels (Bruxelas), Filipa Loureiro, curadora do Museu de Serralves (Porto) e Lorenzo Benedetti, Director do Kabinetten van De Vleeshal (Holanda).
Comissariado: Carolina Rito
Projectos vencedores:
Apoio Exclusivo Instalação Walls to the People
Apoio Exclusivo Instalação Walls to the People
- LocalCasa de Serralves
- Dias30-11-2012 - 31-03-2013
O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta, na Casa de Serralves, a exposição BES Revelação, organizada anualmente com o apoio do Banco Espírito Santo.Esta exposição reúne os trabalhos vencedores da edição de ...
BES REVELAÇÃO 2011
DE 2011-11-30 a 2012-03-04
O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta, na Casa de Serralves, a exposição BES Revelação, organizada anualmente com o apoio do Banco Espírito Santo. Esta exposição reúne os trabalhos vencedores da edição de 2011 do prémio BES Revelação, apresentados a concurso por Ana de Almeida, Catarina de Oliveira e [De Almeida e Silva, Giestas e Gonçalo Gonçalves].
Comissariado: Ana Anacleto Mecenas: Banco Espírito Santo
Actividades Relacionadas
A SELECÇÃO DO JÚRI
O júri da edição deste ano, que escolheu estes projectos por unanimidade, foi constituído por Ana Anacleto (artista e curadora independente, de Lisboa, que será também a comissária da exposição que agora inaugura na Casa de Serralves); Marianne Lanavère (directora do Centro Cultural La Galerie, em Paris); e Manuel Segade (curador independente em Paris). O júri decidiu premiar três propostas que, de modos diversos e consequentes, se apresentam no território de uma prática e de uma reflexão sobre a imagem.
Sobre a edição de 2011 do BES Revelação diz Ana Anacleto: “Encarando a percepção das imagens e a sua produção como um vasto território de possibilidades, também através da recorrência a diferentes media, os três projectos vencedores, ainda que com pontos de partida e chegada bastante diversos, não deixam de permitir ao espectador, na sua leitura, a possibilidade de aproximações comuns. Neste sentido, e recorrendo a processos de construção próximos da edição cinematográfica, da fotomontagem, da investigação e edição de conteúdos de informação e documentação, das práticas de arquivo, dos processos de dialogo e articulação automáticos, da apropriação e associação de conteúdos visuais pré-existente e da encenação e recriação da própria figura do artista, procuram reflectir tanto sobre questões ligadas à produção mitológica, à relação dicotómica entre realidade/ ficção, quanto a uma certa simbólica do tempo e do espaço. O projecto curatorial da exposição na Casa de Serralves procurará articular e tornar intuível esse vasto campo de possíveis aproximações.”
CATARINA DE OLIVEIRA
A obra de Catarina de Oliveira (Lisboa, 1984) incorpora peças teatrais, peças de dança, vídeos e peças áudio, sendo frequentemente transversal a essas disciplinas diferentes. Utilizando uma imagística estilizada, sóbrias composições formais e narrativas fragmentadas, as suas obras procuram investigar o modo como as diferentes estruturas de poder operam, bem como as suas manifestações em rituais sociais e políticos, além de questionarem a forma como certos mitos e narrativas passam a fazer parte da história da comunidade. Tem abordado esses temas quase sempre tornando a informação directorial visível e criando narrativas que, embora existam nos domínios simbólico e alegórico, escapam às formas dialécticas ou lineares de relacionação com o espaço e o tempo. Catarina de Oliveira é actualmente mestranda em Belas Artes no Piet Zwart Institute, em Roterdão. Recentemente recebeu uma Huygens Scholarship, atribuída pelo ministério holandês da Educação, Cultura e Ciência, e foi seleccionada, ao lado de Camilla Wills, para o The Watermill Residency Program (Nova Iorque, EUA).
DE ALMEIDA E SILVA
De Almeida e Silva tal como Picasso nasceu nos anos 1980. Em 2006 Mudou-se de Lisboa para Los Angeles onde frequentou a famosa Mountain School of Arts. Em 2007 foi expulso por comportamento inapropriado, “...too much painting” e mudou-se para Sils im Engadin (Suíça), onde passa os dias sentado virado para lago em longas conversas com Martin Kippenberger e Pablo Picasso.
SOBRE OS PROJECTOS VENCEDORES
Ana de Almeida (Praga, 1987) propõe um projecto intitulado AL WAHDA, uma instalação constituída por diapositivos, vídeos e um artigo de imprensa, todos relativos a naufrágios, encalhes e afundamentos de navios, particularmente de um navio que afundou perto do Estoril em 1989 depois de arrastado por uma tempestade. De forma a questionar as práticas documentais na arte contemporânea, e a fronteira entre ficção e realidade, a artista propõe uma reflexão sobre uma possível história pessoal e nacional e as possibilidades da sua representação.
O projecto de Catarina de Oliveira (Lisboa, 1984), com título ainda a ser definido, consiste num vídeo retroprojectado num acrílico, em que a artista se propõe investigar a criação, nos dias de hoje, de mitologias e sistemas de crença que não sirvam uma agenda de políticas nacionalistas e de territorialização. O vídeo será, na sua maioria, registado num anfiteatro grego em ruínas, em Segesta, perto da cidade de Trapani, na Sicília. Segundo a artista, “é através de imagens simbólicas que criam diferentes mapas que eu pretendo desenvolver este trabalho”.
[De Almeida e Silva, Giestas e Gonçalo Gonçalves] apresentam um projecto que teve a sua génese no envio, por parte de um dos membros do grupo, de uma fotografia ou algo “photography media related” para os outros dois. Após a sua recepção, cada membro do grupo criou um novo trabalho, em resposta aos recebidos, enviando-o para os outros dois membros e assim por diante. Este processo decorreu até um mês antes da inauguração da exposição, momento em que o grupo começou a dar forma a um trabalho final de carácter expositivo.
LUÍS GIESTAS
Luís Giestas nasceu em 1988 na Galiza, o mais novo de 7 filhos do poeta espanhol José María Giestas. Desde cedo desenvolveu um gosto pela música que o levou a estudar violoncelo e composição clássica no Porto, até aos 18 anos, idade em que parte para o norte da Europa para aprofundar estudos na área das artes plásticas. Actualmente dedica-se em exclusivo a desenvolver do seu trabalho pessoal, enquanto percorre caminhos europeus a bordo da autocaravana que lhe serve simultaneamente de casa e atelier.
GONÇALO GONÇALVES
Gonçalo Gonçalves nasceu em 1988 em Pangim (Panaji, Goa). Em 2007 frequenta a Mountain School of Art onde conhece De Almeida e Silva (Giestas conhece mais tarde). No presente viaja pelo mundo como realizador de vídeoclips em película de 16 mm.
ANA DE ALMEIDA
Ana de Almeida (Praga, 1987) vive em Lisboa e Viena. Frequenta o mestrado de Estudos Críticos na Academia de Belas-Artes de Viena. É licenciada em Artes Plásticas-Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e foi bolseira do Programa de Sócrates-Erasmus no Instituto de Belas-Artes de Lahti, na Finlândia. Em 2011 realizou em colaboração com Jakub Vrba os projectos Block TV e FIRMA em Linz e Viena, que contaram com o apoio das instituições Linz Kultur, Wien Kultur e FRAME – Finnish Fund for Art Exchange. Participou em exposições colectivas em Lisboa das quais se destaca “O Intervalo entre Pesos” no Espaço Avenida 211 em Novembro de 2008, e apresentou a exposição individual do projecto NEMHC no espaço Sala Bebé em Fevereiro de 2010.
- LocalCASA DE SERRALVES
- Publico AlvoGeral
- Dias30-11-2011 - 04-03-2012
A sexta edição do BES Revelação, prémio que apoia a jovem produção artística nacional numa parceria entre o Banco Espírito Santo e a Fundação de Serralves, distingue quatro jovens artistas que operam no campo ampl...
BES REVELAÇÃO
DE 2010-11-27 a 2011-01-16
A sexta edição do BES Revelação, prémio que apoia a jovem produção artística nacional numa parceria entre o Banco Espírito Santo e a Fundação de Serralves, distingue quatro jovens artistas que operam no campo amplo da fotografia, através da atribuição de bolsas de produção e da realização de uma exposição colectiva no Museu de Serralves.
Seleccionados por um júri internacional constituído por Margarida Mendes (curadora e programadora do espaço The Barber Shop, em Lisboa), Simon Rees (curador-chefe do Centro de Arte Contemporânea de Vilnius), Simone Menegoi (curador e crítico de arte italiano, colaborador da revista Kaleidoskope) e Pierre Leguillon (curador e artista, Paris), os projectos vencedores do BES Revelação 2010 são da autoria de Mónica Baptista, Miguel Ferrão, Eduardo Guerra e Carlos Azeredo Mesquita.
Apresentam-se nesta edição propostas que, convergindo embora no questionamento da disciplina da fotografia, se revelam bastante distintas, tanto pela exploração dos meios utilizados - o vídeo, o texto projectado ou lido, a fotografia, a escultura ou o filme de 35 mm - como pelos respectivos métodos de pesquisa. Os temas subjacentes aos trabalhos aqui apresentados apontam para campos tão vastos como a origem da experiência como motor da percepção fenomenológica, a apropriação serialista enquanto método, a narrativa autobiográfica num sentido amplo e abstracto, bem como a potencialidade do relato ou os limites da representação.
Comissariado: Margarida Mendes Produção: Fundação de Serralves
VISITA GUIADA 6 de Janeiro 2011, às 18h30, por Ricardo Nicolau
- LocalMUSEU
- Publico AlvoGeral
- Dias27-11-2010 - 16-01-2011
BES REVELAÇÃO 2009
DE 2009-11-14 a 2010-03-07

Actividades Relacionadas
SOBRE AS ARTISTAS
Susana Pedrosa Licenciou-se em 2006 em Artes Plásticas, pela Faculdade de Belas – Artes da Universidade do Porto. Em 2005 foi bolseira do programa Erasmus, na Hochschüle für Bildende Künste Dresden. Entre 2006 e 2008 frequentou o Programa Independente de Estudos de Artes Visuais na Maumaus – Escola de Artes Visuais em Lisboa. Expõe regularmente desde 2005, destacando-se a sua participação na Mediations Biennale em 2008, em Poznan, na Polónia. Em Setembro vai iniciar o MFA Fine Arts no Piet Zwart Institut em Roterdão
Inês Moura Finalista da Licenciatura de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa (FBAUL), desenvolve o seu trabalho nas áreas do desenho, fotografia e instalação procurando estabelecer entre elas um diálogo interdisciplinar. As suas investigações têm incidido sobre o estudo e a análise do conceito de memória, autobiografia ou apropriação de memórias e, mais recentemente, sobre a problemática da autoria e aura da obra de arte, e também sobre o conceito de taxionomia // arquivos contemporâneos. Entre Fevereiro e Julho de 2009 continuou a sua formação artistica na Universidade de São Paulo – Brasil, ao abrigo do programa de Bolsas luso-brasileiras do banco Santander Totta.
Ana Braga Encontra-se actualmente a frequentar a licenciatura de Artes Plásticas Multimédia na Faculdade de Belas Artes do Porto e irá efectuar intercâmbio com a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris. O seu trabalho situa-se sobretudo na área da fotografia, tendo publicado alguns dos seus trabalhos no 3ºnúmero da revista italo-espanhola Apartamento.
- LocalMUSEU
- Publico AlvoGeral
- Dias14-11-2009 - 07-03-2010
Na sua quarta edição, o concurso BES Revelação apresentará em Serralves, a partir de Dezembro, trabalhos inéditos de três jovens artistas, seleccionados mais uma vez por um legitimante júri internacional. São eles M...
BES REVELAÇÃO 2008
DE 2008-12-06 a 2009-03-15
Na sua quarta edição, o concurso BES Revelação apresentará em Serralves, a partir de Dezembro, trabalhos inéditos de três jovens artistas, seleccionados mais uma vez por um legitimante júri internacional. São eles Mariana Silva, David Infante e Nikolai Nekh.
VISITAS GUIADAS > 03 FEV (Ter), 18h30, por Ricardo Nicolau
Visita com Bruno Marchand em data a anunciar brevemente.
- LocalMUSEU
- Publico AlvoGeral
- Dias06-12-2008 - 15-03-2009
Em Novembro inaugurou a terceira edição da exposição BesRevelação. Como nos anos anteriores, mostrar-se-ão na Casa de Serralves os projectos vencedores do concurso aberto a todos os jovens artistas que utilizem o suporte fo...
BesRevelação 2007
DE 2007-11-16 a 2008-01-06
Em Novembro inaugurou a terceira edição da exposição BesRevelação. Como nos anos anteriores, mostrar-se-ão na Casa de Serralves os projectos vencedores do concurso aberto a todos os jovens artistas que utilizem o suporte fotográfico, produzidos especificamente para este contexto graças a bolsas de produção patrocinadas pelo Banco Espírito Santo. Os três vencedores desta edição, Catarina Botelho, Ivo Andrade e Pedro Neves Marques, foram seleccionados por um júri composto pelos curadores e críticos de arte Beatriz Herraez, Maria do Mar Fazenda, Chris Sharp e Ricardo Nicolau. Esta exposição conta com o Banco Espírito Santo como mecenas exclusivo.
Com o apoio:
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