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Itinerant Exhibitions
Visiting Serralves Park, we are naturally confronted with the mastery and beauty of its design, its historical signi?cance, the diversity of its colours, aromas, forms and textures, its fauna and ?ora. However, there is much more ...
THE PARK IN MACRO II
DE 2019-03-19 a 2019-11-30

Visiting Serralves Park, we are naturally confronted with the mastery and beauty of its design, its historical signi?cance, the diversity of its colours, aromas, forms and textures, its fauna and ?ora. However, there is much more to admire beyond what can be naturally observed with the naked eye; that is what the exhibition ‘The Park in Macro II’ and this associated publication will allow us to rediscover. Macrophotography, whose purpose is to capture the details of minute objects or living beings often invisible to the naked eye, is the technique used in these large format images. The Park’s fauna and ?ora stand out from a vast, barely explored universe to cause admiration and awe for this other hidden world of mystery and fascination that also exists all around us. With these photographs, Serralves Park, a classi?ed National Monument since 2012, and recognized by Phaidon’s The Gardener’s Garden as one of the 250 most remarkable gardens in the world, gives visitors an additional reason for a prolonged enjoyment of its singular spaces.
REDISCOVER THE SERRALVES PARK WITH US!
Photography: Filipe Braga Text: João Almeida, Rubim de Almeida, Ricardo Castilho, José Manuel Grosso-Silva, Joana Marques, Ana Oliveira, Raquel Ribeiro, Pedro Sousa, So?a Viegas
- LocationAbrantes
- Days19-03-2019 - 30-11-2019
Angela Bulloch is part of a generation of British Artists that emerged in the late 1980s. Bulloch’s work addresses systems that structure social behaviour and play with the ways in which we construct and interpret information. H...
ANGELA BULLOCH – HEAVY METAL STACK OF SIX: FROM SERRALVES COLLECTION
DE 2019-04-17 a 2019-11-17
Angela Bulloch is part of a generation of British Artists that emerged in the late 1980s. Bulloch’s work addresses systems that structure social behaviour and play with the ways in which we construct and interpret information. Her multi-disciplinary installations merge conceptual rigour with sensuousness and humour. 'Heavy Metal Stack of Six' is one of a group of recent sculptures in which the artist uses digitally modelled geometric forms to create totem-like columns, which, while emanating an aura of perfection in the crisp fusion of their powder coated stacked rhombi, generate a set of constant perceptual variations depending on our physical perspective.
- LocationPalácio da Bolsa
- Days17-04-2019 - 17-11-2019
Helena Almeida produziu desde a década de 1960 uma obra singular caracterizada por um marcado interesse pelo corpo, o seu lugar central — que regista, ocupa e define o espaço — e o seu encontro performativo com o mundo. As p...
HELENA ALMEIDA - HABITAR A OBRA: NA COLEÇÃO DE SERRALVES
DE 2019-05-08 a 2019-11-19

Helena Almeida produziu desde a década de 1960 uma obra singular caracterizada por um marcado interesse pelo corpo, o seu lugar central — que regista, ocupa e define o espaço — e o seu encontro performativo com o mundo. As primeiras telas abstratas da artista abordavam de forma crítica os limites do espaço pictórico e as condições literais da pintura. Esse interesse estendeu-se nos anos 1970 à fotografia, onde o inconfundível espaço do ateliê da artista e o corpo feminino, fragmentado ou parcialmente obscurecido, se tornaram presenças recorrentes. É o caso da obra Sem título, de 1994-95, que integra esta exposição: uma sequência fotográfica de vinte elementos onde a artista se fez fotografar a distâncias várias e onde a escala e o número de elementos que a constituem, associados à dimensão espacial que sobressai do percurso/performance da artista pelo espaço fotografado, revelam uma abordagem inovadora à relação do corpo com o espaço. Apesar de trabalhar em meios vários, a artista delineia meticulosamente esta coreografia e a composição de muitas das suas obras em estudos e desenhos preparatórios que evidenciam a sua utilização da cor e o poder psicológico do corpo humano. Nas palavras de Helena Almeida: "a minha obra é o meu corpo, o meu corpo é a minha obra”.
- Days08-05-2019 - 19-11-2019
Portobello resultou de várias viagens de Patrícia Almeida (Lisboa, 1970–2017) ao Algarve em 2006 e 2007, entre maio e setembro, com o objetivo de registar as vivências dos turistas que durante o período estival afluem em mas...
PATRÍCIA ALMEIDA - PORTOBELLO
DE 2019-05-14 a 2019-12-21
Portobello resultou de várias viagens de Patrícia Almeida (Lisboa, 1970–2017) ao Algarve em 2006 e 2007, entre maio e setembro, com o objetivo de registar as vivências dos turistas que durante o período estival afluem em massa àquela região. Este terá sido o projeto que garantiu a Patrícia Almeida uma maior visibilidade: depois da sua apresentação na Galeria Zé dos Bois (ZDB, Lisboa) em 2008 e, no ano seguinte, na segunda edição do Allgarve, a fotógrafa foi nomeada com esta série fotográfica para o legitimante Prémio BesPhoto 2009.
- LocationTeatro das Figuras, Faro
- Days14-05-2019 - 21-12-2019
António Dacosta, António Palolo, António Sena, Eduardo Batarda, João Vieira , Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, José de Carvalho, José de Guimarães, José Loureiro, José Pedro Croft, Júlio Pomar, Manuel Baptista, Manuel Ros...
Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa: Obras da Secretaria de Estado da Cultura em depósito na Coleção de Serralves em Caminha
DE 2019-07-20 a 2019-10-28

António Dacosta, António Palolo, António Sena, Eduardo Batarda, João Vieira , Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, José de Carvalho, José de Guimarães, José Loureiro, José Pedro Croft, Júlio Pomar, Manuel Baptista, Manuel Rosa, Nikias Skapinakis, Pedro Cabrita Reis, Pedro Proença, René Bertholo e Rui Sanches.
A exposição apresenta um conjunto de obras provenientes da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Serralves desde a criação da Fundação de Serralves e demonstra a importância que a pintura e a escultura tiveram ao longo das décadas de 1960-80 na renovação das linguagens artísticas em Portugal. As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra. O acervo proveniente da SEC foi um dos primeiros a integrar a Coleção de Serralves cimentando uma presença dos artistas portugueses e orientando futuros reforços de obras dos mesmos artistas, com bases para a consolidação do âmbito cronológico na contemporaneidade e nos diversos eixos temáticos a ela associados. Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.
Produção: Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto.
Imagem: João Vieira, Sem título (La Chair est Triste) (detalhe),1966. Col. Secretaria de Estado da Cultura, em depósito na Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Fotografia: Angel Ordiales, © Fundação de Serralves, Porto.
Museu Municipal de Caminha Terça a Domingo – 10h - 13h / 14h – 18h Segundas Feiras e Feriados – Encerrado
- LocationMuseu Municipal de Caminha
- Days20-07-2019 - 28-10-2019
Ângelo de Sousa (Lourenço Marques, Moçambique, 1938-2011, Porto), além de ser uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, é um dos artistas melhor representados na Coleção de Serralve...
ÂNGELO DE SOUSA: QUASE TUDO O QUE SOU CAPAZ - DA COLEÇÃO DE SERRALVES EM CASTELO BRANCO
DE 2019-08-27 a 2019-11-24

Ângelo de Sousa (Lourenço Marques, Moçambique, 1938-2011, Porto), além de ser uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, é um dos artistas melhor representados na Coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1961 e 2002, e que abarcam todos os meios artísticos a que ele se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia. "Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” junta uma parcela muito considerável destas obras — desenhos, pinturas e esculturas — com o objetivo de sublinhar a importância da contaminação entre aquelas disciplinas para a evolução da sua prática artística: ao reunir obras de vários períodos da sua carreira, esta exposição combate a imagem dominante do pintor Ângelo, mostrando que o desenho e a escultura são não apenas facetas fundamentais da sua obra como aquelas em que porventura é mais evidente o espírito experimentalista da sua obra. Caracterizados por uma aparente simplicidade — o artista tenta obter, nas suas palavras, "o máximo de efeitos com o mínimo de recursos, o máximo de eficácia com o mínimo de esforço, e o máximo de presença com o mínimo de gritos” —, os desenhos, pinturas e esculturas de Ângelo de Sousa não ilustram conceitos, nunca partem de ideias, mas da ânsia de fazer e pensar com as mãos. A exposição sublinha esta vontade de trabalhar com elementos simples, ao apresentar as primeiras obras de Ângelo de Sousa, ainda figurativas mas apontando já para a depuração que viria a caracterizar o artista, lado a lado com os exercícios abstrato-geométricos — nomeadamente desenhos, telas e esculturas — que o impuseram como um dos maiores estudiosos da cor e da luz.
"Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.
Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto
- Days27-08-2019 - 24-11-2019
Gerardo Burmester, Tony Cragg, José Pedro Croft, André Gomes, Ana Jotta, Harald Klingelhöller, Pedro Cabrita Reis, Rui Sanches, Haim Steinbach, Xana"O regresso do objeto” apresenta uma seleção de obras de artistas que sedim...
O REGRESSO DO OBJETO | ARTE DOS ANOS 1980 NA COLEÇÃO DE SERRALVES EM AVEIRO
DE 2019-09-12 a 2019-10-20

Gerardo Burmester, Tony Cragg, José Pedro Croft, André Gomes, Ana Jotta, Harald Klingelhöller, Pedro Cabrita Reis, Rui Sanches, Haim Steinbach, Xana
"O regresso do objeto” apresenta uma seleção de obras de artistas que sedimentaram os seus discursos artísticos nos anos 1980. Estes trabalhos marcam uma reação à predominância da arte minimal e conceptual nas décadas anteriores, através do regresso à pintura e à escultura e ao uso de materiais tradicionais como o ferro, o bronze e a madeira. Assistimos a um regresso a temas clássicos da história da arte, ao ressurgimento de um imaginário figurativo e metafórico associado a títulos poéticos e evocativos e à proximidade com as artes decorativas e a cultura popular. Esta diversidade relaciona-se com o começo da globalização que coloca em contacto e em influência mútua culturas muito diversas. A exposição é uma oportunidade para revisitar a produção artística desta década que, representando o fim do isolamento a que a ditadura tinha votado Portugal, revela um crescente sincronismo com o contexto artístico internacional.
Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.
- Days12-09-2019 - 20-10-2019
BARRICADES IMPROVISÉES - DA COLEÇÃO EM S. BENTO
DE 2019-09-30 a 2020-03-01
- Days30-09-2019 - 01-03-2020
Neal Slavin was a young photographer when he visited Portugal in 1968 with a Fulbright scholarship, taking many photographs of the country. His images, which reveal the influence of American 'street photography', make an i...
PORTUGAL 1968 - NEAL SLAVIN | VILA REAL
DE 2019-10-05 a 2019-11-03
Neal Slavin was a young photographer when he visited Portugal in 1968 with a Fulbright scholarship, taking many photographs of the country. His images, which reveal the influence of American 'street photography', make an indispensable contribution to understanding contemporary photography and constitute a very rich document to comprehend Portugal in the late 1960s, in the midst of the "benevolent dictatorship” (as some commentators called it) Some of his photographs were exhibited at the Museum of Ancient Art in Lisbon in 1968. But it was only in 1990, in the context of FOTOPORTO - PHOTOGRAPHY BIENNIAL that a major exhibition was organised - PORTUGAL 1968 - which offered a broad presentation of Neal Slavin's ambitious project. His photographs held in the Serralves Foundation Collection will now be presented in Vila Real’s Municipal Theatre, in an exhibition that continues to question the image of Portugal, about 50 years after they were originally taken.
- Days05-10-2019 - 03-11-2019
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