



As florestas constituem ecossistemas terrestres fundamentais para a sustentabilidade global. Com a maior diversidade do mundo, conservam o património de milhares de milhões de anos de evolução. A sua gestão responsável contribui para: redução de riscos decorrentes das alterações climáticas e pressão sobre as florestas naturais; fornecimento de serviços ambientais determinantes à vida na Terra; criação de madeira industrial e fibras destinadas a produtos tradicionais; soluções inovadoras em bio produtos; interligação de ecossistemas fragmentados; retenção global de carbono; conservação da biodiversidade, dos serviços ambientais e do bem estar dos seres vivos; controlo de cheias e secas; redução do risco de erosão e proteção de bacias hidrográficas; oferta de alimentos e energia renovável de suporte às necessidades humanas.
Esta exposição convida-nos a conhecer o complexo ecossistema chamado Floresta, numa viagem aos segredos que guardam e nos contam.
Horário de visita:
SÁB & DOM: público geral
10h-19h
Acesso: mediante aquisição de bilhete de acesso ao Parque.
SEG a SEX: Visitas para a comunidade educativa




CAPÍTULO I: MADE IN AMERICA / MAKING AMERICA


Yoko Ono: The Learning Garden of Freedom will be the major exhibition dedicated to the work of the iconic artist Yoko Ono, bringing together objects, works on paper, installations, performances, audio recordings, and films, alongside rarely seen archival materials. The exhibition presents a comprehensive overview of the manifold output of this pioneering conceptual and performance artist that, during the first years of her extensive career, moved among New York, Tokyo, and London, serving a pioneering role in the international development of Conceptual art, experimental film, and performance art. Ideas, rather than materials, are the main component of her work. Many of those ideas are poetic, absurd, and utopian, while others are specific and practical. Some are transformed into objects, while others remain immaterial. Her work frequently reflects the artist’s sense of humor as well as her pronounced socio-critical attitude. The point of departure for many of Ono’s works is found in her Instructions: oral or written guidelines for viewers that offer a host of suggestions and assign a much more active role to the audience than usually expected in the art world.